Mercado abrirá em 7 h 25 min
  • BOVESPA

    111.439,37
    -2.354,63 (-2,07%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.307,71
    -884,59 (-1,69%)
     
  • PETROLEO CRU

    71,37
    -0,60 (-0,83%)
     
  • OURO

    1.750,70
    -0,70 (-0,04%)
     
  • BTC-USD

    45.769,53
    -2.187,91 (-4,56%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.144,84
    -80,69 (-6,58%)
     
  • S&P500

    4.432,99
    -40,76 (-0,91%)
     
  • DOW JONES

    34.584,88
    -166,42 (-0,48%)
     
  • FTSE

    6.963,64
    -63,84 (-0,91%)
     
  • HANG SENG

    24.037,08
    -883,68 (-3,55%)
     
  • NIKKEI

    30.500,05
    +176,75 (+0,58%)
     
  • NASDAQ

    15.256,00
    -70,00 (-0,46%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1896
    -0,0098 (-0,16%)
     

Estoque de crédito no Brasil sobe 1,2% em julho, aponta BC

·1 minuto de leitura

BRASÍLIA (Reuters) - O estoque total de crédito no Brasil cresceu 1,2% em julho sobre junho, a 4,266 trilhões de reais, impulsionado especialmente pelo apetite das famílias, mostraram dados do Banco Central divulgados nesta sexta-feira.

Enquanto entre as pessoas físicas o avanço foi de 1,5%, entre as empresas o aumento foi de 0,8%. Em 12 meses, a expansão da carteira de crédito acelerou para as famílias a 18,2%, de 17,5% em junho, perdendo o ritmo entre as pessoas jurídicas a 13,6%, de 14,8% no mês anterior.

No total, o estoque de crédito passou a responder por 52,6% do Produto Interno Bruto (PIB), mesmo percentual de junho.

Olhando apenas para o segmento de recursos livres, em que as taxas são livremente definidas pelas instituições financeiras, houve elevação de 0,5 ponto nos juros médios anuais, a 28,9% em julho.

O movimento foi puxado pelo encarecimento em 0,9 ponto dos financiamentos para pessoas jurídicas, na comparação mensal, a 15,4% ao ano.

Segundo o BC, o efeito foi disseminado nas principais modalidades de crédito às empresas, com destaque para desconto de duplicatas e outros recebíveis, capital de giro e financiamento às exportações.

Entre as famílias, os juros médios tiveram queda de 0,1 ponto em julho, a 39,8% ao ano, com elevação do custo em cartões e aquisições de veículos de um lado, e barateamento nas condições do crédito pessoal não consignado de outro.

Considerando todo o segmento de recursos livres, a inadimplência subiu a 3,0% em julho, ante 2,9% em junho. Já o spread bancário no mesmo segmento foi a 21,7 pontos percentuais, acima do patamar anterior de 21,5 pontos.

(Por Marcela Ayres)

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos