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Estereótipos de gênero afetam saúde física e mental de jovens

Pixabay
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Um estudo publicado recentemente no periódico Journal of Adolescent Health mostra que os estereótipos de gênero afetam a saúde física e mental dos adolescentes. A pesquisa, realizada em 15 países afirma que meninos e meninas podem sofrer com premissas como “meninos são fortes” e “meninas são frágeis”. Os resultados mostram que crescer com esse tipo de pressão pode impactar na vida de uma pessoa.

“Os riscos para a saúde dos adolescentes são moldados por comportamentos enraizados em papéis de gênero que podem estar bem estabelecidos em crianças no momento em que têm 10 ou 11 anos”, explica Kristin Mmari, que liderou a pesquisa. Como relata a revista Galileu, os pesquisadores descobriram que, quando uma garota é apontada como vulnerável, ela passa a acreditar nessa característica e tem mais chances de deixar a escola ou sofrer violência física ou sexual, engravidar cedo ou casar muito cedo. Para os meninos, ter atitudes tidas como “femininas” faz com que sejam vistos como pessoas inferiores, contribuindo para o agravamento de condições como a depressão e até o suicídio.

Em entrevistas realizadas com jovens dos dois sexos, os pesquisadores listaram entre as consequências desses estereótipos a intimidação, provocação e até a agressão física, quando eles não se comportam como o esperado. O estudo aponta que a situação pode ser alterada com uma mudança de atitude da sociedade. Para Robert Blum, presidente da Global Early Adolescent Study, a situação é complicada. “A mudança pode acontecer, mas exige vontade política e uma variedade de intervenções. Também requer o conhecimento de que as crianças adotam essas mitologias de gênero muito cedo e eles aparecem de várias maneiras — muitas vezes prejudiciais — pelo resto de suas vidas”, declarou.

A pesquisa foi feita com jovens da Bolívia, Bélgica, Burquina Faso, China, República Democrática do Congo, Equador, Egito , Índia, Quênia, Malawi, Nigéria, Escócia, África do Sul, Estados Unidos e Vietnã.