Mercado fechará em 2 h 12 min
  • BOVESPA

    111.300,53
    +627,77 (+0,57%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    52.418,19
    +15,49 (+0,03%)
     
  • PETROLEO CRU

    83,63
    +0,67 (+0,81%)
     
  • OURO

    1.787,10
    +16,60 (+0,94%)
     
  • BTC-USD

    66.403,15
    +3.531,72 (+5,62%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.544,92
    +64,11 (+4,33%)
     
  • S&P500

    4.538,09
    +18,46 (+0,41%)
     
  • DOW JONES

    35.662,43
    +205,12 (+0,58%)
     
  • FTSE

    7.223,10
    +5,57 (+0,08%)
     
  • HANG SENG

    26.136,02
    +348,81 (+1,35%)
     
  • NIKKEI

    29.255,55
    +40,03 (+0,14%)
     
  • NASDAQ

    15.394,00
    -4,50 (-0,03%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4627
    -0,0335 (-0,52%)
     

Este galo foi decapitado, "zumbizou" por 18 meses e morreu... engasgado

·2 minuto de leitura

Neste mês de setembro, um caso inusitado para a ciência completa seus 76 anos: em 1945, Lloyd Olsen e sua esposa Clara estavam matando galinhas em sua fazenda em Colorado (EUA), mas uma das aves simplesmente se recusou a morrer. Apelidado de Mike Milagroso, o galo em questão sobreviveu nada menos que 18 meses... sem a cabeça.

A notícia sobre o galo sem cabeça se espalhou na época, e foi parar no jornal local. Pouco tempo depois, os fazendeiros levaram o galo para Salt Lake City, no estado de Utah, onde pesquisadores da Universidade de Utah fizeram vários exames com Mike e, inclusive, removeram as cabeças de várias galinhas e galos para averiguar se elas também conseguiriam sobreviver. No entanto, nenhuma delas demonstrou a resistência de Mike. O galo viveu até 1947, quando morreu. Engasgado.

Durante a vida, os fazendeiros alimentavam o famoso galo com comidas líquidas e água. Para isso, utilizavam um conta-gotas e pingavam o conteúdo direto no esôfago do galo. Além disso, o casal retirava o muco da garganta da ave com uma seringa.

(Imagem: twenty20photos/Envato)
(Imagem: twenty20photos/Envato)

Especialistas observam que quando um ser humano perde a cabeça, logicamente perde o cérebro, mas para um galo, a questão não é bem assim, uma vez que há pouca quantidade de cérebro localizada na parte frontal da cabeça desse tipo de ave, e pelo menos 80% da massa do cérebro permanece no corpo. Logo, quando um galo é decapitado, o cérebro fica desconectado do resto do corpo, mas por um curto período de tempo, os circuitos da medula espinhal ainda têm um restante de oxigênio que mantém o bicho vivo. No caso de Mike Milagroso, a quantidade restante em sua medula foi suficiente para deixá-lo sobreviver até o dia do acidente.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos