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Estamos mais próximos da fabricação de órgãos, e Harvard pode provar

Em um recente estudo publicado na revista Science, pesquisadores da School of Engineering and Applied Sciences (SEAS) de Harvard descreveram um novo passo para a fabricação de órgãos, com direito ao desenvolvimento de um modelo biohíbrido de ventrículos humanos com células cardíacas, que inclusive imita os batimentos de um coração verdadeiro.

Para a fabricação do órgão, os cientistas usaram fibras especiais que direcionam o alinhamento celular, permitindo a formação de estruturas controladas por engenharia de tecidos. Os próprios autores do estudo afirmam que o objetivo final é construir um coração humano para transplante, do zero.

O desafio de construir um coração humano assim é que os pesquisadores precisam replicar as estruturas únicas que compõem o órgão, incluindo o movimento de torção que ocorre à medida que o coração bate, fundamental para bombear sangue em grandes volumes, conforme uma teoria de 1669, de um médico inglês chamado Richard Lower.

Cientistas de Harvard criam modelo biohíbrido com células cardíacas(Imagem: Nadezhda Moryak/Pexels)
Cientistas de Harvard criam modelo biohíbrido com células cardíacas(Imagem: Nadezhda Moryak/Pexels)

Com o passar dos anos, estudar o propósito desses músculos em espiral se mostrou uma tarefa bem difícil, por isso a ideia dos pesquisadores de Harvard era construir um modelo em que fosse possível testar essa hipótese e estudar a importância dessa estrutura do coração. Através do estudo, eles conseguiram recriar essas estruturas complexas de maneira precisa.

“Desde 2003, nosso grupo tem trabalhado para entender as relações estrutura-função do coração e como a doença compromete patologicamente essas relações. Voltamos a abordar uma observação nunca testada sobre a estrutura helicoidal da arquitetura laminar do coração e conseguimos construir uma nova plataforma de fabricação que nos permitiu testar a hipótese", afirmam os cientistas.

A comprovação de teorias e o sucesso na construção do modelo biohíbrido representam um passo a mais na fabricação de órgãos.

Fonte: Canaltech

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