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Estados Unidos reforçam sua defesa cibernética

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Um sinal de pare é exibido em frente à Casa Branca em Washington, DC, em 12 de fevereiro de 2022 (AFP/Stefani Reynolds) (Stefani Reynolds)
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A Casa Branca anunciou nesta quarta-feira (4) um plano para atualizar as normas de criptografia informática utilizadas pela administração e as empresas americanas com o objetivo de lidar melhor com os avanços da computação quântica.

A tecnologia quântica possibilitará o uso de computadores muito potentes, muito acima das capacidade dos melhores supercomputadores atuais, graças à exploração das espetaculares propriedades físicas de partículas infinitamente pequenas.

Mesmo que esta tecnologia seja embrionária, "dentro de dez anos, um computador quântico poderá ser usado potencialmente para decifar dados que hoje estão criptografados", explicou um alto funcionário do governo do presidente Joe Biden, que autorizou os textos nesta quarta-feira.

O primeiro estabelece uma colaboração entre o governo federal e o setor privado para adotar normas de criptografia resistentes à tecnologia quântica. Estes algoritmos serão essenciais para garantir, no futuro, a segurança das trocas na internet, segundo a administração.

Este texto também define requisitos de atualização de segurança da informática para as agências federais e pede que elas protejam as tecnologias americanas de possíveis compras por parte de seus adversários.

Além disso, pede que o governo, a indústria e o mundo acadêmico colaborem para manter o lugar dos Estados Unidos como líder da computação quântica.

Um segundo texto relaciona o principal grupo governamental de especialistas no assunto, o "National Quantum Initiative", diretamente com a Casa Branca.

Pesquisadores e industriais de todo o mundo trabalham para desenvolver computadores quânticos que algum dia poderão permitir resolver em tempo recorde problemas que são muito complexos para a tecnologia atual.

Mas o resultado é complicado porque as tecnologias quânticas se baseiam nas supreendentes propriedades da matéria em uma escala infinitamente pequena.

A chave: em vez dos "bits" da computação clássica, que assumem valores de 0 e 1, o mundo quântico usa "qubits". Estes podem ter vários valores ao mesmo tempo, permitindo, em teoria, realizar operações matemáticas paralelamente. Muitas empresas tentam dominar essa tecnologia, como a IBM.

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