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Estados Unidos alegam que a Rússia lançou um satélite armado à órbita terrestre

·2 minuto de leitura

Neste ano, o evento Air Space Cyber Conference, da Air Force Association (AFA), foi realizado entre os dias 20 e 22 de setembro. A conferência contou com John Raymond, comandante geral da Força Espacial dos Estados Unidos, que alegou que a Rússia teria lançado um satélite armado “surpresa” à órbita baixa da Terra, dizendo ainda que o dispositivo russo estaria equipado com armas para destruir satélites estadunidenses vitais para comunicação, comando e controle de alvos.

De acordo com ele, esse satélite russo e arma que tem em seu interior teriam o objetivo de destruir recursos espaciais dos Estados Unidos, essenciais para a identificação de alvos a longas distâncias com precisão e disparo de munições “inteligentes” liberadas de armas norte-americanas. “Isso nega a nossa capacidade de alavancar o espaço como um multiplicador de forças”, disse o oficial.

Raymond alegou que o satélite da Rússia foi produzido como uma “matrioska”, ou seja, tem uma camada externa que protege um componente em seu interior que, ao se abrir, revela um escudo interno, que por sua vez reveste uma arma capaz de disparar e destruir satélites estadunidenses a uma distância segura.

Além da rivalidade espacial e militar de longa data, esta não é a primeira vez que oficiais dos Estados Unidos afirmam que os russos estão testando tecnologias para finalidades deste tipo. Por exemplo, no ano passado, o satélite russo Kosmos 2543 liberou um objeto desconhecido à órbita, e este objeto teria sido lançado próximo de um satélite do país, mas sem interagir com ele. Embora não tenha causado nenhum dano, os norte-americanos alegaram que o dispositivo desconhecido tinha o objetivo de verificar se a arma chegaria perto o suficiente de outro satélite para abatê-lo, e entenderam as manobras realizadas como uma demonstração de força por parte dos russos.

Na época, a Rússia não deu crédito a essas afirmações. Também no ano passado, o país realizou um teste balístico no qual disparou um míssil antissatélite e, para o Comando Espacial dos Estados Unidos, o procedimento provou que as armas russas representam uma ameaça em potencial aos satélites dos Estados Unidos, e que os mísseis russos conseguem destruir satélites da órbita baixa da Terra.

Fonte: Canaltech

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