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Estado argentino aciona ex-presidente Macri por acordo com o FMI

·1 minuto de leitura
O presidente argentino, Alberto Fernández, durante discurso à nação no Congresso, em Buenos Aires, 1º de março de 2021

O Estado argentino será demandante em um caso que investiga se o ex-presidente Mauricio Macri (2015-2019) cometeu fraude pública e prejuízo fiscal ao firmar um empréstimo com o FMI no valor de 57 bilhões de dólares, o maior concedido pela organização, segundo decreto publicado nesta sexta feira (9).

O presidente Alberto Fernández encarregou a Procuradoria da Fazenda Nacional de representar o Estado no caso que tramita na justiça criminal e “iniciar ações que reduzam a recuperação de dois eventuais danos e prejuízos decorrentes de dois fatos denunciados”.

Dada "a relevância econômica do empréstimo analisado, merece a adoção de medidas urgentes para avaliarmos, com base nos respectivos relatórios técnicos e consultivos, a possível existência de prejuízo fiscal pela utilização inadequada de recursos", afirma o decreto.

A Argentina recebeu 44 bilhões de dólares do Fundo Monetário Internacional em um programa de 57 bilhões de dólares firmado em 2018.

Quando assumiu o cargo em dezembro de 2019, Fernández se recusou a receber as parcelas pendentes do acordo, que considerou como um "grande erro".

Além de Macri, o sistema de justiça criminal investiga o ex-ministro da Economia Nicolás Dujovne e os ex-presidentes do Banco Central Federico Sturzenegger, Luis Caputo e Guido Sanleris.

O governo Fernández pretende chegar a um acordo com o Fundo sobre um programa de facilidades estendido a pelo menos 10 anos com quatro de carência, no lugar do atual que prevê pagamentos de US$ 3,5 bilhões neste ano, US$ 18 bilhões em 2022 e US$ 19 bilhões em 2023.

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