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Esta seria a principal causa da morte de cosmonautas, segundo estudo russo

Wyllian Torres
·2 minuto de leitura

No próximo mês, a humanidade completará 60 anos de exploração espacial presencial, desde sua primeira investida. Nesse período, cerca de 560 pessoas de 41 países estiveram na órbita terrestre baixa e até na Lua — com a estreia sendo do cosmonauta Yuri Gagarin, em 12 de abril de 1961. Agora, em um compilado de relatórios de algumas instituições médicas russas, um novo estudo revela qual seria a principal causa da morte de cosmonautas em todos esses anos, sendo que a mais frequente é apontada para a doença cardiovascular.

O relatório, que fornece as análises de possíveis causas de morte, envolve instituições como Izmerov Research Institute of Occupational Health, Burnasyan Federal Medical Biophysical Center e Institute of Biomedical Problems. O período de avaliação foi demarcado entre o dia 1º de janeiro de 1960 a 31 de dezembro de 2018 — dentre os 118 cosmonautas soviéticos e russos, 37 morreram e as causas são variadas.

Entre estas mortes, o estudo acusou que cerca de 48% morreram por alguma doença cardiovascular, 27% em decorrência de cânceres malignos, 16% por causas externas — como acidentes—, e 5% sem causa determinada. A idade média dos mortos é de 64,4 anos. O próprio Gagarin sofreu uma queda durante um voo de rotina, fora de Moscou, em 1968, morrendo aos 34 anos. Neste mesmo acidente, morreu também o instrutor de voo Vladimir Seryogin.

O cosmonauta Yuri Gagarin à caminho do lnçamento histórico, de 1961 (Imagem: Reprodução/NASA)
O cosmonauta Yuri Gagarin à caminho do lnçamento histórico, de 1961 (Imagem: Reprodução/NASA)

De lá para cá, outras seis mortes entre os cosmonautas russos e soviéticos foram relatadas, como Vladimir Komarov, que morreu em 1967 quando o paraquedas da missão Soyuz-1 falhou. Em 1971, Georgy Dobrovolsky, Viktor Patsayev e Vladislav Volkov morreram durante uma falha na reentrada. Também temos os cosmonautas Valentin Bondarenko e Sergei Vozovikov, que morreram durante seus treinamentos, respectivamente, em 1961 e 1993.

No entanto, pesquisadores dizem que ainda faltam informações para avaliar os impactos reais dos voos espaciais diretamente na saúde a longo prazo, uma vez que os cosmonautas avaliados morreram nas primeiras missões — as quais eram bem curtas e um tanto quanto experimentais. A União Soviética e a Rússia foram responsáveis por mais da metade de todo o tempo vivido no espaço, totalizando cerca de 29 mil dias em órbita.

Os resultados completos da pesquisa devem sair entre os dias 5 e 8 de abril, durante o 23º Human in Space Symposium, em Moscou.

Fonte: Canaltech

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