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Esta nebulosa abriga uma "bolha cósmica" de origem misteriosa

·2 min de leitura

A Grande Nuvem de Magalhães é uma galáxia anã que orbita a Via Láctea, sendo também o lar de uma nebulosa complexa e misteriosa. Trata-se da N44, uma nebulosa formada por hidrogênio gasoso, poeira que se estende por caminhos escuros, estrelas massivas e grandes grupos estelares de diferentes idades. Entre tudo isso, há uma estrutura conhecida como “superbolha”, registrada recentemente pelo telescópio Hubble.

A N44 é classificada como “nebulosa de emissão”, ou seja, os gases que a formam foram ionizados pela ação da radiação vinda das estrelas próximas. Esse processo faz com que os gases sejam aquecidos, mas, conforme começam a esfriar, saem do estado altamente energético para um com menor quantidade de energia, que é liberada na forma de luz e, assim, faz com que a nebulosa brilhe.

A nebulosa N44 (Imagem: Reprodução/NASA, ESA, V. Ksoll e D. Gouliermis/Universität Heidelberg; Processamento: Gladys Kober/NASA/Catholic University of America)
A nebulosa N44 (Imagem: Reprodução/NASA, ESA, V. Ksoll e D. Gouliermis/Universität Heidelberg; Processamento: Gladys Kober/NASA/Catholic University of America)

A grande superbolha que se destaca na nebulosa se estende por aproximadamente 250 anos-luz e ainda não se sabe exatamente o que aconteceu para formá-la. É que, embora seja possível que os ventos liberados pelas estrelas massivas no interior da bolha possam ter “empurrado” o gás, este cenário não é consistente com as velocidades dos ventos medidos por lá. Outra possibilidade envolve as estrelas massivas no interior da nebulosa, que podem explodir em grandes supernovas cuja expansão tenha, talvez, desenhado a região.

Astrônomos já identificaram um remanescente de nebulosa nos arredores da superbolha, e descobriram uma diferença de aproximadamente 5 milhões de anos-luz entre a idade das estrelas na bolha e aquelas nos limites dela, o que sugere a ocorrência de múltiplos eventos formadores de estrelas, que podem ter ocorrido em reações em cadeia. Já a área azulada ao redor da bolha é considerada uma das regiões mais quentes da nebulosa; além das altas temperaturas, lá há também processos de formação estelar ocorrendo intensamente.

Fonte: Canaltech

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