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Está mais caro financiar casa no Brasil: com Selic maior, bancos aumentam taxas

·2 min de leitura

Toda vez que o Banco Central aumenta a taxa Selic, na tentativa de controlar a inflação, ele gera impacto em toda a economia. É como uma bola de neve, porque essa é a taxa básica do país usada como referência para calcular tanto a remuneração de alguns investimentos, quanto o custo do crédito, inclusive do financiamento imobiliário. Com o índice no patamar de 7,75%, os bancos começaram a aumentar as suas tarifas. Até mesmo a Caixa, conhecida como o banco da casa própria por gerir os programas 'Minha Casa, Minha Vida' e 'Casa Verde Amarela', elevou o tarifário para quem deseja adquirir um imóvel.

Viu isso?

Desde o fim do mês passado, clientes que optarem pelo crédito imobiliário com recursos do SBPE na modalidade indexada pela TR (taxa referenciada) — a mais tradicional do mercado — pagam taxas anuais que variam de 8% a 8,99% + TR, atualmente zerada. Em maio, quando a Selic estava no patamar de 3,5%, a instituição cobrava na mesma linha de crédito de 7% a 8% + TR.

As opções com taxa fixa e com base no IPCA também sofreram acréscimos. Seis meses atrás, o interessado em contratar a linha inflação pagaria juros entre 2,95% e 4,95% + IPCA. Hoje, o intervalo varia de 3,95% a 4,95% + IPCA. Já a linha pré-fixada cobra entre 9,75% e 10,75% ao ano. Antes, as taxas variavam entre 8% e 9,75% a.a..

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A Caixa defende que "mesmo com o reposicionamento, a instituição permanece como o banco que oferece as melhores condições aos clientes que desejam adquirir um imóvel". A modalidade de crédito Poupança Caixa, também com recursos do SBPE, manteve a taxa mínima a partir de 2,95% a.a., somada à remuneração da poupança. Em setembro, o presidente do banco Pedro Guimarães reduziu o tarifário dessa linha alegando um "círculo virtuoso". Até então, a taxa era de 3,35% mais remuneração da poupança.

O Itaú executou a última alteração em seu tarifário em 15 de setembro, quando o Crédito Imobiliário Tradicional aumentou de 7,3% para a partir de 8,3% + TR ao ano e houve redução na linha com Juros da Poupança, de 3,45% para a partir de 2,99% ao ano + rendimento da poupança — em movimento semelhante ao da Caixa.

A mais recente correção da taxa do financiamento imobiliário Santander também aconteceu no início de setembro, quando os juros passaram de a partir de 7,99% a.a. + TR para a partir de 8,99% a.a.+ TR.

O Banco do Brasil não informou quando realizou o último ajuste em suas tarifas. Atualmente, o banco estatal pratica juros a partir de 7,58% a.a. +TR, que podem variar conforme perfil do cliente, prazo do financiamento e relacionamento com o BB. Já o Bradesco não respondeu à reportagem até o fechamento da edição.

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