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Esses voluntários ficarão confinados por 45 dias simulando viagem à lua Fobos

·2 minuto de leitura

Nesta semana, a NASA anunciou uma equipe de voluntários que irão viver e trabalhar no Human Exploration Research Analog (HERA), um habitat no Johnson Space Center, da NASA, criado especialmente para servir como uma simulação do isolamento, confinamento e das demais condições que aguardam os astronautas que viajarem rumo a Marte no futuro. A tripulação tem quatro voluntários e eles vão participar de uma simulação rumo à lua Fobos, um dos dois satélites naturais do Planeta Vermelho.

As portas do habitat estavam programadas para serem fechadas nesta sexta-feira (1º), e a tripulação ficará confinada até o dia 15 de novembro. Conforme “viajam” nessa jornada, eles vão experimentar atrasos cada vez maiores na comunicação com o mundo externo e, depois, quando “chegarem” a Fobos, o atraso no envio e recebimento de sinais irá durar até cinco minutos. Quando isso acontecer, a tripulação e a equipe na coordenação da missão terão que descobrir uma forma de se comunicar para reduzir os impactos nas operações, sem abrir mão da autonomia dos tripulantes.

Os tripulantes Lauren Cornell, Monique Garcia, Christopher Roberts e Madelyne Willis (Imagem: Reprodução/NASA)
Os tripulantes Lauren Cornell, Monique Garcia, Christopher Roberts e Madelyne Willis (Imagem: Reprodução/NASA)

Para isso, a NASA selecionou candidatos para duas tripulações. A primária contará com a Dra. Lauren Cornell, mestre em engenharia biomédica que serve como pesquisadora da Força Aérea dos Estados Unidos, contribuindo para o desenvolvimento e aprimoramento de tecnologias que ajudem no avanço da medicina de diagnóstico. Outro membro é Monique Garcia, mestre em ciência da cinesiologia que soma 12 anos de serviço militar com a Guarda Aérea Nacional e, no momento, está encarregada de desenvolver uma interface de usuário para um sistema de telescópios para a rede Deep Space Network, da NASA.

Chris Robertson, por sua vez, é engenheiro de projetos responsável pela integração de ponta a ponta e operações em órbita, e já atuou como controlador de voo de operações de carga durante o programa dos ônibus espaciais. Por fim, Madelyne Willis, ecologista microbiana, está trabalhando em uma pesquisa em ecologia polar, e estará envolvida em projetos para o desenvolvimento de novos instrumentos de espectroscopia para a exploração planetária.

Já a tripulação de reserva conta com Justin Lawrence e Pu Wang. Lawrence é candidato a Ph.D. em ciência planetária e, atualmente, trabalha com um veículo submarino que une a exploração robótica à microbiologia, para estudar a habitabilidade no oceano e interações sob o gelo da Antártida. Enquanto isso, Wang é gerente da equipe de engenheiros na Boeing, e tem experiência em mais de 10 programas comerciais e militares na indústria da aviação e aeroespacial.

Fonte: Canaltech

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