Mercado fechado
  • BOVESPA

    110.036,79
    +2.372,44 (+2,20%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    44.626,80
    -475,75 (-1,05%)
     
  • PETROLEO CRU

    79,74
    -1,49 (-1,83%)
     
  • OURO

    1.668,30
    -0,30 (-0,02%)
     
  • BTC-USD

    19.365,74
    -88,83 (-0,46%)
     
  • CMC Crypto 200

    443,49
    +0,06 (+0,01%)
     
  • S&P500

    3.585,62
    -54,85 (-1,51%)
     
  • DOW JONES

    28.725,51
    -500,10 (-1,71%)
     
  • FTSE

    6.893,81
    +12,22 (+0,18%)
     
  • HANG SENG

    17.222,83
    +56,96 (+0,33%)
     
  • NIKKEI

    25.937,21
    -484,84 (-1,83%)
     
  • NASDAQ

    11.058,25
    -170,00 (-1,51%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,3079
    +0,0099 (+0,19%)
     

Especulador faz maior compra de reais desde maio, mas posicionamento ainda é tímido

Cédulas de 50 reais e de 10, 20 e 50 dólares

SÃO PAULO (Reuters) - Especuladores que operam na Bolsa Mercantil de Chicago (CME) voltaram a comprar reais na semana finda no último dia 16, adquirindo o maior volume de contratos desde maio, mas a posição favorável à moeda brasileira ainda é tímida e distante dos patamares recentes, indicativo de desconfiança do investidor.

Nos sete dias até 16 de agosto, esse grupo de investidores --conhecido por posições direcionais e mais agressivas-- tomou, em termos líquidos, 4.790 contratos futuros de real registrados na divisão do CME Group conhecida como IMM (International Monetary Market). Os números foram compilados pela CFTC e pela Reuters.

O IMM cuida de operações com futuros de moedas, taxas de juros e índice de ações, por exemplo.

A compra líquida é a maior desde o fim de maio (6.602 contratos). O estoque das posições está comprado --ou seja, apostando na valorização do real-- em 4.790 contratos. Há cerca de três semanas, era de 11.712 contratos; em meados de junho, 44.345 contratos.

No início de março, as apostas a favor do real bateram recorde de 50.496 contratos. Naquele mês, a taxa de câmbio chegou a ficar abaixo de 4,75 por dólar.

A moeda norte-americana fechou esta sexta-feira em 5,1685 reais, acumulando alta perto de 2% ao fim de uma semana de perdas para a divisa brasileira, em meio a preocupações globais com inflação e aperto da política monetária norte-americana.

(Por José de Castro; edição de Bernardo Caram)