Mercado fechado
  • BOVESPA

    116.375,25
    -1.185,58 (-1,01%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    45.728,87
    -597,81 (-1,29%)
     
  • PETROLEO CRU

    93,20
    +4,75 (+5,37%)
     
  • OURO

    1.701,80
    -19,00 (-1,10%)
     
  • BTC-USD

    19.593,09
    -344,93 (-1,73%)
     
  • CMC Crypto 200

    445,50
    -9,53 (-2,09%)
     
  • S&P500

    3.639,66
    -104,86 (-2,80%)
     
  • DOW JONES

    29.296,79
    -630,15 (-2,11%)
     
  • FTSE

    6.991,09
    -6,18 (-0,09%)
     
  • HANG SENG

    17.740,05
    -272,10 (-1,51%)
     
  • NIKKEI

    27.116,11
    -195,19 (-0,71%)
     
  • NASDAQ

    11.096,25
    -445,50 (-3,86%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,0768
    -0,0367 (-0,72%)
     

Especulador faz maior compra líquida de reais em seis meses--CFTC

Cédulas de 50 reais e de 10, 20 e 50 dólares

(Reuters) - Especuladores que operam na Bolsa Mercantil de Chicago (CME) fizeram nos sete dias até 6 de setembro a maior compra líquida de contratos de reais em seis meses, turbinando a aposta favorável à moeda brasileira ao maior valor desde junho, de acordo com cálculos da Reuters a partir de dados de uma agência norte-americana divulgados nesta sexta-feira.

Esse grupo de investidores --conhecido por posições direcionais e mais agressivas-- comprou, em termos líquidos, 22.001 contratos de reais, maior número desde os 26.003 derivativos tomados na semana finda em 1º de março.

Com isso, o estoque da posição --que está comprada em real, ou seja, vendo apreciação da divisa brasileira-- foi a 30.860 contratos, o maior desde a semana encerrada em 28 de junho (37.028 contratos).

Os derivativos são registrados na divisão do CME Group conhecida como IMM (International Monetary Market). Os números foram compilados pela CFTC e pela Reuters. O IMM cuida de operações com futuros de moedas, taxas de juros e índice de ações, por exemplo.

No início de março, as posições a favor do real bateram recorde ao somarem 50.496 contratos. Naquele mês, a taxa de câmbio chegou a ficar abaixo de 4,75 por dólar.

O real voltou a se destacar perante os pares mexicano e rand sul-africano, que viram poucas variações nas posições a eles atribuídas.

(Por José de Castro)