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Espanha supera 70.000 mortes por covid-19

·2 minuto de leitura
Uma mulher espera na área de observação após ser vacinada contra a covid-19 em San Sebastian, País Basco espanhol, em 2 de março de 2021.

A Espanha ultrapassou 70.000 óbitos por covid-19 nesta quarta-feira (3), depois de atravessar o mês mais mortal desde a primeira onda, apesar da melhora da situação de saúde, especialmente em lares para idosos, graças à vacinação.

O Ministério da Saúde espanhol notificou 446 novas mortes nesta quarta-feira em relação ao dia anterior, o que elevou o número oficial para 70.247 óbitos desde o início da pandemia.

Fevereiro, com mais de 10.500 mortes pelo coronavírus, tornou-se o pior mês desde abril de 2020, quando foram registrados 16.354 óbitos, embora a mortalidade real estimada seja superior.

Apesar disso, os indicadores apontam para uma melhora da situação epidêmica: de 900 casos por 100 mil habitantes em 14 dias no final de janeiro passou para 159 casos na última contagem.

E nos lares de idosos, onde a primeira onda causou estragos, a mortalidade e as infecções caíram notavelmente com o início da campanha de vacinação, que começou como uma prioridade nesses centros.

Como em outros países, o balanço oficial subestima seu real impacto, visto que muitas vítimas ou infectados não puderam ser diagnosticados formalmente no início da epidemia devido à saturação do sistema de saúde e à falta de exames.

De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), mais de 45.000 espanhóis morreram de covid-19 entre março e maio, cerca de 18.000 a mais do que os que constam no cadastro do Ministério da Saúde, que registra apenas os que tiveram um teste positivo.

O número de infecções, de 3,1 milhões nesta segunda-feira, também é considerado subestimado já que um estudo do governo publicado em dezembro estimou que 10% da população, cerca de 4,7 milhões de pessoas, contraíram covid.

Na Espanha, mais de 1,2 milhão de pessoas foram imunizadas com duas doses de uma vacina contra a covid-19.

A taxa de vacinação está abaixo do esperado e ameaça a meta do governo de proteger 70% da população antes do fim do verão no hemisfério norte.

bur-mig/dbh/mb/jc/mvv