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Espanha e Itália fazem frente comum ao plano de recuperação europeu

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Giuseppe Conte (E) e Pedro Sánchez em Madri em 8 de julho de 2020

Os chefes de Governo da Espanha e da Itália mostraram nesta quarta-feira (8) sua vontade comum de convencer os países chamados "frugais" a adotar o mais rápido possível o plano de recuperação europeu, destinado a superar a crise provocada pela pandemia.

Os líderes europeus negociam um acordo para criar um plano de relançamento de 750 bilhões de euros proposto pela Comissão Europeia, com uma cúpula em Bruxelas em 17 e 18 de julho para adotar este plano por unanimidade.

Esse fundo, que beneficiará em maior grau países como Itália e Espanha, dois dos mais afetados pela pandemia, levanta dúvidas nos quatro "frugais": Países Baixos, Áustria, Suécia e Dinamarca.

"Na próxima semana terei a chance de visitar o primeiro-ministro (holandês Mark) Rutte, e também o primeiro-ministro sueco Stefan Löfven e a chanceler (alemã Angela) Merkel", disse o chefe de governo espanhol, Pedro Sánchez, em coletiva de imprensa com seu homólogo italiano Giuseppe Conte.

"Com os frugais, fazemos um trabalho diplomático (...) e podemos convencê-los antes da cúpula do 17 de julho", indicou. "Julho tem que ser o mês do acordo", acrescentou.

Conte também planeja viajar para Haia na sexta-feira e para Berlim na segunda. Os dois se reuniram anteriormente com o primeiro-ministro português António Costa, também alinhado com Roma e Madri.

"Falamos do futuro da Europa (...). O mercado único europeu está em jogo (...) Sem uma resposta forte, coordenada e europeia, destruiremos o mercado único", alertou os países relutantes sobre as possíveis consequências negativas de não implantar este fundo para o conjunto das economias europeias.

"É por isso que a Europa deve reagir de imediato e unida (...). Não podemos nos dar ao luxo de sermos muito prudentes", insistiu o líder italiano.