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Rússia sofre com variantes de coronavírus; Israel e palestinos discordam sobre vacinas

·4 minuto de leitura

A Rússia acompanhava com nervosismo nesta sexta-feira a propagação da variante Delta do novo coronavírus, enquanto Israel e os palestinos divergiam em torno da entrega de 1 milhão de doses de vacinas.

Ao mesmo tempo que a Espanha seguia os passos da França e anunciava o fim do uso da máscara em espaços abertos a partir do próximo dia 26, Moscou registrava um recorde de infectados, o que levou o prefeito a anunciar novas restrições.

Um dia depois que os franceses levantaram o uso obrigatório de máscara ao ar livre, o chefe de governo espanhol, Pedro Sánchez, anunciou que seus cidadãos poderão fazer o mesmo a partir de 26 de junho. "Este será o último fim de semana com máscaras ao ar livre, porque no próximo 26 de junho não as usaremos mais em espaços públicos", declarou Sánchez durante um ato empresarial em Barcelona.

O uso da máscara ao ar livre foi imposto na Espanha em maio de 2020, a princípio somente quando não fosse possível manter uma distância segura. Depois, a obrigatoriedade do uso acabou se generalizando.

A melhora da situação sanitária e a chegada em breve do verão boreal (inverno no Brasil), no qual a Espanha espera começar a recuperar os milhões de turistas perdidos pela pandemia, aumentaram a pressão para levantar esta medida, como França e Bélgica já fizeram.

Holanda e Noruega anunciaron medidas semelhantes. O premier holandês, Mark Rutte, informou que a partir do dia 26 a máscara não será necessária quando for possível respeitar o distanciamento social. Seu uso será mantido em transportes públicos e estabelecimentos de ensino.

A Noruega, por sua vez, facilitou as viagens, os esportes e as reuniões sociais. Os noruegueses poderão receber até 20 pessoas em casa.

- Cepa Delta arrasa Moscou -

Em contraste com esse otimismo, cresce a preocupação com a expansão da variante Delta, detectada inicialmente na Índia e considerada mais contagiosa. Esta variante já provocou uma onda devastadora nesse grande país do sul da Ásia.

Agora, a variante causa estragos em Moscou, onde representa quase 90% dos novos casos de covid-19, segundo o prefeito Serguei Sobianin.

A pandemia disparou na capital russa, que registrou 9.056 novas infecções em 24 horas. É um recorde desde o começo da pandemia, e o triplo do detectado duas semanas atrás.

Isso levou o prefeito, que há alguns dias impôs vacinações obrigatórias aos trabalhadores do setor de serviços, a decretar a suspensão de eventos de entretenimento em massa, assim como o fechamento de casas de festa e da área de torcida nas partidas de futebol da Eurocopa.

A variante Delta é considerada responsável também por um inesperado surto de casos no Reino Unido, que adiou por quatro semanas o desconfinamento e ficará pelo segundo ano consecutivo sem o popular carnaval caribenho do bairro de Notting Hill. Ela também preocupa na Alemanha, cujo ministro da Saúde anunciou, nesta sexta-feira, que metade de sua população - 41,5 milhões de 82 milhões - já recebeu pelo menos a primeira dose da vacina.

A chanceler alemã, Angela Merkel, e o presidente francês, Emmanuel Macron, pediram cautela durante as partidas da Eurocopa, ante a variante Delta. "Não podemos agir como se a epidemia tivesse acabado", reforçou a chanceler.

- Vacinação desigual -

A pandemia afeta o mundo de forma desigual. O planeta registrou 9.750 novas mortes em 24 horas, elevando o balanço global de vítimas para 3.844.390 pessoas. Quase metade desse número veio de três países: Brasil (2.311), Índia (1.587) e Colômbia (596).

Um dos contrastes mais significativos é entre Israel, com 5,1 milhões de pessoas completamente vacinadas (55% de sua população), e Palestina, que conta com apenas 260.000 habitantes com as duas doses na Cisjordânia e na Faixa de Gaza.

Para amenizar essa situação, o novo governo israelense anunciou nesta sexta-feira que doará 1 milhão de doses "prestes a expirar" à Autoridade Palestina, cuja sede de governo se encontra na Cisjordânia ocupada. Horas depois, os palestinos anularam esse acordo, por considerarem que os imunizantes estavam "a ponto de vencer".

Dezenas de países não dispõem da segunda dose das vacinas, o que ameaça suas campanhas de imunização, advertiu a Organização Mundial da Saúde (OMS). "Temos um número enorme de países que tiveram que suspender suas campanhas, 30 ou 40", devido à falta de imunizantes, informou o médico Bruce Aylward.

bur-dbh/mar/aa/tt/lb

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