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Espanha anuncia imposto excepcional para companhias energéticas e financeiras

O governo espanhol de esquerda anunciou nesta terça-feira(12) um imposto excepcional sobre os lucros dos grandes grupos energéticos e financeiros para compensar gastos públicos destinados ao combate à crescente inflação.

"Este governo não vai tolerar que empresas aproveitem a crise para acumular riqueza", garantiu o presidente do Governo, o socialista Pedro Sánchez, informando ao Congresso uma série de medidas para proteger o poder de compra dos espanhóis prejudicado por preços elevados.

Assim, o Executivo vai "implementar um imposto sobre os lucros extraordinários das grandes empresas de Energia" que permitirá ao Estado arrecadar cerca de "dois bilhões de euros por ano" em 2023 e 2024, especificou Sánchez.

Este imposto excepcional, destinado a mitigar o impacto da crise econômica nas finanças públicas espanholas, tinha sido antecipado em junho por Sánchez, mas nessa altura sem detalhar o montante ou a duração da medida fiscal.

Além disso, será estabelecido um imposto temporário "às grandes entidades financeiras, que já começam a se beneficiar da subida das taxas de juro", com uma duração de dois anos e que permitirá "angariar 1,5 bilhão de euros em um ano", disse Sanchez.

Vários outros países europeus anunciaram nos últimos meses taxas excepcionais sobre lucros corporativos decorrentes da inflação, particularmente grupos de energia, que registraram lucros muito altos no ano passado.

O Reino Unido introduziu um imposto excepcional de 25% sobre os lucros dos gigantes da energia, para ajudar as famílias mais desfavorecidas.

A Itália decidiu tributar um adicional de 25% sobre os lucros das grandes empresas do setor de energia. Madrid adotou inúmeras medidas desde o ano passado para tentar conter a inflação, que atingiu 10,2% em junho, seu nível mais alto em 37 anos.

Estes incluem auxílio combustível, redução do IVA sobre a eletricidade ou aumento das pensões.

"Desde que os preços começaram a subir em setembro do ano passado, a Espanha mobilizou cerca de 30 bilhões de euros" para apoiar as empresas e seus consumidores, "ou seja, 2,3% do nosso Produto Interno Bruto", disse Sanchez.

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