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Espécie de dinossauro "osso frio" é descoberta onde hoje é a Groenlândia

·2 min de leitura

Paleontólogos acabam de divulgar a descoberta de uma nova espécie de dinossauro que viveu onde hoje é a Groenlândia: o Issi saaneq. Bípede, de pescoço longo, tamanho médio e herbívoro, a criatura teria existido há cerca de 241 milhões de anos, sendo um antecessor dos já conhecidos saurópodes, os maiores animais que já pisaram na Terra.

A descoberta foi feita graças às escavações realizadas em 1994 por pesquisadores da Universidade de Harvard, mas somente agora um grupo internacional de cientistas da Alemanha, Dinamarca e Portugal, divulgaram o que foi encontrado. O nome Issi saaneq é uma homenagem ao idioma da nação indígena esquimó inuits, que habita a Groenlândia, Canadá e Alasca, e que significa "osso frio".

<em>Imagem: Reprodução/Victor Beccari/Diversity</em>
Imagem: Reprodução/Victor Beccari/Diversity

Eles analisaram dois crânios muito bem preservados do dinossauro, e antes acreditava-se que as espécies eram exemplares de Plateosaurus, dinossauro do Período Triássico de pescoço longo que vivia onde hoje é a Alemanha, França e Suíça. Para analisar o material e redefinir as descobertas, a equipe dos pesquisadores fez uma micro-tomografia computadorizada dos ossos, criando modelos digitais em 3D das estruturas dos ossos, que ainda estavam cobertos por sedimentos.

Victor Beccari, principal autor do estudo, conta que a anatomia dos dois crânios é única em diversos aspectos, como na forma e na proporção dos ossos, revelando que os espécimes, de fato, pertencem a uma nova espécie. Os crânios eram de um animal jovem e outro quase adulto, e o novo dinossauro é diferente de todos os outros sauropodomorfos descobertos até então.

No entanto, a criatura tem semelhanças com os dinossauros brasileiros Macrollum e Unaysaurus, 15 milhões de anos mais velhos. Ao lado do Plateossauro da Alemanha, eles foram o grupo dos plateossaurídeos, compostos por dinossauros bípedes que podem alcançar entre três a 10 metros de comprimento.

O estudo completo foi publicado na revista científica Diversity.

Fonte: Canaltech

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