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Equipes de Fórmula 1 aceitam acordo sobre divisão de lucros

ALBERT GEA
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O britânico Lewis Hamilton (Mercedes) durante a 2ª sessão de treinos livres do GP da Espanha de F1, no dia 14 de agosto de 2020 em Montmelo, perto de Barcelona
O britânico Lewis Hamilton (Mercedes) durante a 2ª sessão de treinos livres do GP da Espanha de F1, no dia 14 de agosto de 2020 em Montmelo, perto de Barcelona

As dez equipes participantes do Campeonato Mundial de Fórmula 1 aceitaram nesta quarta-feira as disposições do novo Pacto da Concórdia sobre a distribuição de receitas da modalidade, proposto Conselho Mundial de Esportes a Motor (WSMC) da Federação Internacional de Automobilismo (FIA). 

“Este acordo garante o futuro da Fórmula 1 a longo prazo e, juntamente com as novas regras anunciadas em outubro de 2019 que entrarão em vigor em 2022, irá reduzir as diferenças financeiras e em pista entre as equipes”, divulgaram os organizadores da Fórmula 1. 

Em vigor desde a década de 1980, o Pacto da Concórdia é renovado regularmente, para que as equipes e o promotor do campeonato dividam as receitas de um dos esportes com mais exposição na mídia no mundo. 

É a primeira vez que esse acordo é renovado com o atual promotor, o grupo americano Liberty Media. A empresa assumiu o controle da F1 no início de 2017, após adquirir os direitos de uma holding britânica controlada Bernie Ecclestone, ex-dirigente da categoria. 

A FIA também é signatária destes novo pacto, embora não tenha anteriormente intervido nas suas disposições.

jld/gh/lca