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Equipe de Biden avalia investigação sobre subsídios chineses

·3 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O governo Biden avalia uma nova investigação sobre subsídios da China e o impacto causado na economia dos Estados Unidos como forma de pressionar o país asiático no lado do comércio, disseram pessoas a par do assunto.

Assessores econômicos de Biden, como a representante de Comércio dos EUA, Katherine Tai, e a secretária de Comércio, Gina Raimondo, se reúnem nesta sexta-feira para discutir a possível investigação, disseram as pessoas. Também irão avaliar o acordo comercial de janeiro de 2020 acertado pelo então presidente Donald Trump e opções para o cumprimento do pacto além do caminho a ser seguido em relação a cerca de US$ 300 bilhões em tarifas impostas às importações chinesas, disseram as pessoas sob condição de anonimato.

O Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês) pediu a consultores externos para ajudar a quantificar as perdas causadas pelos subsídios chineses a fim de estudar o tipo de resposta apropriada caso a investigação prossiga, disseram duas das fontes.

A reunião acontece menos de um dia depois da conversa por telefone de 90 minutos entre Joe Biden e o líder chinês Xi Jinping na qual o presidente dos EUA manifestou frustração com a falta de seriedade do governo de Pequim em trabalhar junto com sua equipe.

Biden também queria garantir que a relação entre as duas maiores economias do mundo não resulte em conflito e explicar a intenção por trás das ações dos EUA direcionadas ao governo chinês e às suas práticas, disse uma autoridade dos EUA.

Xi, por sua vez, disse a Biden que a “política para a China adotada pelos Estados Unidos há algum tempo tem causado sérias dificuldades” nas relações, segundo a emissora estatal China Central Television.

Um porta-voz do USTR não quis comentar, enquanto porta-vozes do Departamento de Comércio e da Casa Branca não responderam de imediato a pedidos de comentários.

O governo americano está inclinado a restabelecer um processo de exclusão para certas tarifas, embora uma decisão ainda não tenha sido tomada, disseram duas pessoas. A comunidade empresarial e muitos parlamentares pediram que o governo permita tais isenções.

Alguns no governo acreditam que as tarifas impostas por Trump não levaram às mudanças desejadas nas práticas da China e, com o tempo, perderam a capacidade de influenciar o país asiático a retomar as negociações ou cumprir os compromissos assumidos na “fase um” do acordo de 2020.

Uma investigação sob a Seção 301, a mesma lei usada pelo governo anterior para impor tarifas sobre as importações da China, levaria meses para ser concluída.

Não está claro quando a Casa Branca anunciará os resultados da revisão sobre essas questões, mas uma autoridade do governo disse que isso poderia acontecer em breve.

A Casa Branca vai considerar qualquer dano colateral que possa resultar de uma ação contra a China e como uma potencial retaliação chinesa impactaria trabalhadores e agricultores americanos, disse uma das pessoas.

Os EUA também querem garantir que nem seus aliados nem membros do Congresso sejam surpreendidos pelas possíveis ações e estão priorizando as consultas antes de qualquer anúncio, acrescentou a fonte.

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©2021 Bloomberg L.P.

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