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Enxaguantes bucais podem matar coronavírus em 30 segundos, diz pesquisa

Redação Notícias
·2 minuto de leitura
O enxaguante é um auxiliar na higiene. “O produto irá ajudar a diminuir a quantidade de bactérias superficiais da placa bacteriana”, relata Dr. Thiago. Por isso, não podemos deixar de lado a escova e o fio dental.
Não há evidências de que ele possa ser usado como um tratamento para o coronavírus (Foto: Agência Brasil)

Enxaguantes bucais matam o coronavírus em 30 segundos em laboratório, revela um novo estudo realizado por cientistas da Universidade de Cardiff, no Reino Unido. Segundo os pesquisadores, há "sinais promissores" de que os bochechos poderiam ajudar a destruir o vírus. Mas isso não quer dizer que o uso do produto possa ser utilizado como tratamento para a Covid-19.

Embora a pesquisa sugira que o uso do produto pode ajudar a matar o vírus na saliva, não há evidências de que ele possa ser usado como um tratamento, pois não alcança o trato respiratório ou os pulmões.

De acordo com a BBC, a especialista em periodontologia Nick Claydon afirmou que o estudo pode fazer com que o enxaguante bucal se torne uma parte importante da rotina das pessoas.

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"Se esses resultados positivos forem refletidos no ensaio clínico da Universidade de Cardiff, enxaguantes bucais baseados em CPC (Cloreto de cetilpiridínio) podem se tornar um complemento importante à rotina das pessoas, junto com a lavagem das mãos, o distanciamento físico e o uso de máscaras, ambos agora e no futuro", disse.

Isso porque o estudo afirma que enxaguantes bucais contendo pelo menos 0,07% de CPC mostraram "sinais promissores" de serem capazes de acabar com o vírus quando expostos em um laboratório.

O estudo ainda não foi revisado por pares e publicado. Ou seja, significa que ainda não foi exanimado por outros cientistas, como é o processo normal com a pesquisa acadêmica.

De acordo com a BBC, um ensaio clínico ainda vai analisar se o enxaguante bucal ajuda a reduzir os níveis do vírus na saliva de pacientes com Covid-19 no hospital de Cardiff, no Reino Unido, com previsão de resultados para o início de 2021.