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Entregadores pedem boicote a empresas de apps de comida

·2 minuto de leitura
Food delivery apps' wokers makes a protest and strike this Saturday, Jul. 25th, for better work conditions, better payment, and the provide of cleaning products and PPE by the companies. Legally not considered employers, but only intermediaries of the service provided, the app firms are being pressured to provide more security to their couriers, including sanitary. The pandemic exposed even more the fragility and precariousness of the motorbike couriers, who became essential during the quarantine, that in Sao Paulo completes 4 moths without expetancy of ending. This Saturday Brazil, still still plunged into the Covid-19 pandemic, registered 1.149 deaths in the last 24 hours, due to the disease (Photo by Gustavo Basso/NurPhoto via Getty Images)
(Foto: Getty Images)
  • Manifestação nas redes sociais pede um dia sem entregas 

  • #apagãonosdosapps primeiro lugar nos trending topics do Twitter no país

  • Políticos, sindicatos e famosos se pronunciaram a favor das demandas dos trabalhadores

Entregadores por aplicativos de delivery como iFood, Rappi e Uber Eats iniciaram nesta sexta-feira (23/07) uma manifestação nas redes sociais pedindo para que consumidores deixassem de pedir comidas, bebidas e outros produtos por um dia. 

Os protestos são liderados pelo movimento Entregadores Antifascistas e representantes de motociclistas. A #apagãonosdosapps estava em segundo lugar nos trending topics do Twitter até às 17 horas desta tarde. Políticos, sindicatos e famosos se pronunciaram a favor das demandas dos trabalhadores.

De acordo com o líder do movimento, Paulo Lima, as manifestações servem para conscientizar os consumidores acerca das dificuldades que entregadores passam para conseguir direitos junto às empresas. 

Após as greves realizadas nos últimos meses, a situação entre aplicativos e entregadores continuaram as mesmas, sem atenção às pautas da categoria."É basicamente os clientes, num determinado dia, não comprarem, boicotarem os aplicativos e fazer comentários contra a precarização do trabalho", diz Galo, como é conhecido.

Galo destaca ainda que, por não terem direitos previstos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), não recebem quando fazem greve. “Não temos carteira assinada nem salário no final do mês. Queremos que os aplicativos possam atender as nossas pautas. As pessoas me perguntam, o que mudou do da greve para cá? Não mudou nada, os aplicativos gastaram mais de milhões em comerciais na TV para poder limpar a barra deles".

Até o momento os aplicativos de entrega iFood, Rappi e Uber Eats ainda não se pronunciaram publicamente sobre as manifestações.

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