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Entregadores da Amazon podem ganhar R$1 bilhão na Justiça britânica

·1 minuto de leitura
Pacifica California, USA - May 11, 2020: An Amazon Prime delivery driver wearing personal protective equipment delivers packages during the shelter in place order and quarantine.
Pacifica California, USA - May 11, 2020: An Amazon Prime delivery driver wearing personal protective equipment delivers packages during the shelter in place order and quarantine.
  • Firma advocatícia, Leigh Day, pede R$1 bilhão em direitos e compensações;

  • Motoristas não são considerados empregados pela Amazon;

  • Firma é conhecida por ganhar processo de precarização contra a Uber.

Uma firma de advocacia britânica entrou com uma ação na Justiça do Reino Unido em nome da frota de entregadores da Amazon. Cerca de 3 mil motoristas serão beneficiados e poderão ser pagos, em média, 80 mil reais por cada ano trabalhado.

"Esse cálculo foi feito a partir do salário mínimo... um dos problemas que os entregadores encontram são as despesas associadas ao trabalho", disse Kate Robinson à Reuters, uma advogada da equipe.

Para a firma, os entregadores deveriam ser assegurados direitos trabalhistas devido ao controle que a Amazon tem sobre eles. Atualmente os motoristas são considerados "parceiros de serviço" da empresa.

“Os motoristas que entregam para a Amazon têm que trabalhar em turnos fixos e reservar folgas, mas a Amazon afirma que são autônomos”, disse Robinson. Segundo ela os motoristas têm de alugar as vans, são cobrados valores altos por pequenos danos e gastam muito dinheiro com combustível. 

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A Leigh Day, firma por trás do processo, é especializada em casos de direito trabalhista e em fevereiro ganhou um caso em benefício dos motoristas da Uber na Grã-Bretanha, o que resultou na classificação deles como "trabalhadores", ao invés de "parceiros".

Segundo Robinson há similaridade entre os casos, na medida em que ambos são sobre trabalhadores sendo "desvirtuados" enquanto autônomos.

Em comunicado à imprensa, a Amazon disse: "Estamos empenhados em garantir que esses motoristas sejam compensados ​​justamente pelas empresas de entrega com as quais trabalham e sejam tratados com respeito, e isso é refletido nas avaliações positivas que ouvimos dos motoristas todos os dias."

As informações são da Business Insider.

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