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Após sofrerem golpes do mesmo cliente, entregadores de app organizam 'vingança' em Bauru (SP)

·2 minuto de leitura
Motoboys se 'vingam' de cliente golpista no interior de São Paulo - Foto: Reprodução
Motoboys se 'vingam' de cliente golpista no interior de São Paulo - Foto: Reprodução

Ao menos 15 motoboys que trabalham com aplicativos de entrega de comida foram registrados depredando a casa e o carro de um cliente em Bauru, no interior de São Paulo. O ato seria uma vingança por causa de golpes que o morador teria aplicado no grupo. As informações são do Portal UOL.

O usuário que teve o patrimônio depredado teria o costume de pedir produtos e depois alegar não ter recebido as encomendas. Imagens da ação do grupo de motoboys lesados foram publicadas nas redes sociais. No vídeo, é possível ver que os homens carregam mochilas características de trabalhadores de aplicativo.

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Ao UOL, Wilson Brandão, que trabalha com aplicativos há um ano e meio na cidade, disse que a ação foi organizada em grupos de mensagens. Ele ressalta não ter participado do ato. 

"Disseram que iriam fazer o cara se arrepender da safadeza que ele faz", contou ao UOL. Brandão confirmou já ter sofrido golpe do cliente que teve o patrimônio depredado. 

"Ele pede cerveja, comida e outras coisas. Aí espera passar da meia-noite e diz no aplicativo que o pedido não foi entregue. Eu mesmo já levei sanduíche lá e depois recebi a notificação do app", relatou o entregador.

Um dos participantes do ato falou ao UOL, porém não quis se identificar. Ele explica como a atitude do cliente prejudica os entregadores, uma categoria que trabalha, em sua maioria, muitas horas por dia sem receber altos salários. 

"Nossa avaliação fica comprometida. O aplicativo devolve o dinheiro dele e o entregador termina expulso da plataforma. Eu estava lá. Não concordo com a violência, mas agora ele deve refletir", contou o homem. 

Até o momento não há uma investigação sobre o caso já que, segundo a Polícia Civil, não houve Boletim de Ocorrência registrado. 

Ao UOL, o Sindimoto disse que vai apurar os fatos e desfiliar do sindicato quem tiver participado da depredação do patrimônio, repudiando quaisquer "atos de vandalismo praticados", além de "racismo e apologia à violência".