Mercado fechado
  • BOVESPA

    111.716,00
    -2.354,48 (-2,06%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    45.395,94
    -928,98 (-2,01%)
     
  • PETROLEO CRU

    79,43
    -4,06 (-4,86%)
     
  • OURO

    1.651,70
    -29,40 (-1,75%)
     
  • BTC-USD

    18.989,30
    +50,08 (+0,26%)
     
  • CMC Crypto 200

    434,61
    -9,92 (-2,23%)
     
  • S&P500

    3.693,23
    -64,76 (-1,72%)
     
  • DOW JONES

    29.590,41
    -486,27 (-1,62%)
     
  • FTSE

    7.018,60
    -140,92 (-1,97%)
     
  • HANG SENG

    17.933,27
    -214,68 (-1,18%)
     
  • NIKKEI

    27.153,83
    -159,30 (-0,58%)
     
  • NASDAQ

    11.388,00
    -177,50 (-1,53%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,0976
    +0,0649 (+1,29%)
     

Entenda o mercado paralelo de figurinhas na Argentina

Figurinhas da Copa do Mundo 2022 estão em falta nas bancas e quiosques do país (Getty Image)
Figurinhas da Copa do Mundo 2022 estão em falta nas bancas e quiosques do país (Getty Image)
  • Donos de bancas de jornal reclamam de desabastecimento de figurinhas

  • Panini colocou novos pontos de venda do produto no país

  • Entidade diz que grandes vendedores estão sendo privilegiados

Assim como no Brasil, as figurinhas da Copa do Mundo fazem sucesso na Argentina. No entanto, o assunto se tornou uma preocupação para o governo do país na última terça-feira (20).

A Union Kiosqueros de la República Argentina (Ukra), que representa os donos quiosques e bancas de jornais, os diretores da Panini, empresa responsável pelo produto, e a Secretaria de Comércio se reuniram para discutir um problema: as figurinhas estão em falta nas bancas de jornal.

A escassez do produto faz com que ele suma das prateleiras no momento em que acontece o reabastecimento. De acordo com os representantes dos quiosques, grandes companhias e redes de supermercados estão sendo priorizados em relação às bancas, que foram as pioneiras na venda do item.

Para esta edição do álbum, a distribuidora colocou novos pontos de venda, como postos de serviço, aplicativos de entrega e grandes empresas do país.

"A entrega média é de 25 ou 50 pacotes por semana, e 20 ou 30 álbuns por semana. Isso não é suficiente para nenhum vizinho em qualquer localidade. E o que estamos pedindo para a Panini é entregar a mercadoria aos distribuidores oficiais e que esses distribuidores as vendam nas bancas e que não o façam como antes, no mercado paralelo", afirmou Adrián Palacios, vice-presidente da Ukra, ao jornal "Clarín".

Recentemente, o gerente de marketing da Panini, Nicolás Salustro, falou para a "Forbes" que "as figurinhas não estão esgotadas". Negando evidências, garantiu que os envelopes são encontrados em qualquer quiosque.