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"Enola Holmes": como um processo polêmico pode estragar a alegria da Netflix

Rafael Monteiro
·2 minutos de leitura
Enola Holmes (Millie Bobby Brown) e Sherlock Holmes (Henry Cavill) (reprodução)
Enola Holmes (Millie Bobby Brown) e Sherlock Holmes (Henry Cavill) (reprodução)

“Enola Holmes”, hoje o filme mais visto da Netflix, já está causando problemas judiciais para o serviço de streaming. Narrando a história da irmã de Sherlock Holmes, a obra gerou um processo da família de Sir Arthur Conan Doyle, criador do icônico personagem britânico.

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Para início de conversa, é importante que se diga que Enola, personagem vivida por Millie Bobby Brown, jamais apareceu em um livro de Conan Doyle, morto em 1930. Ela foi criada somente em 2006, como criação de Nancy Springer, uma escritora norte-americana.

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Imaginando como seria uma irmã de Holmes, Springer lançou uma fanfic que logo se tornaria livro, "O caso do marquês desaparecido", que inspirou o filme da Netflix. Ao todo, a escritora lançou seis livros sobre Enola Holmes.

No filme, Sherlock é vivido por Henry Cavill. A família de Conan Doyle não gostou de ver o personagem retratado e está processando a Netflix, alegando violação nos direitos autorais, a produtora Legendary Pictures e a própria Nancy Springer.

A família Conan Doyle lembra que o escritor perdeu irmão e filho na primeira Guerra Mundial. Após 1918, influenciado pelas perdas, ele modificou Sherlock Holmes para que se tornasse um personagem menos metódico e mais sensível.

Baseando-se neste contexto, eles alegam que os romances de Springer copiam a ideia do detetive humanizado, visto nos livros de Sherlock Holmes publicados entre 1923 e 1927, cujos direitos pertencem aos herdeiros de Doyle.

"Holmes ficou mais caloroso. Conseguiu estabelecer uma amizade. Podia expressar emoções. Ele começou a respeitar as mulheres", diz a família. A questão promete render muitos episódios na Justiça, já que parte da obra de Sherlock Holmes é de domínio público no Reino Unido.

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