Energia e condomínio puxam alta do IPC-S

A tarifa de eletricidade residencial e o condomínio residencial foram dois dos itens que mais contribuíram para a alta do Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) na terceira quadrissemana de novembro. O índice geral passou de 0,35% na leitura anterior, encerrada no dia 15 deste mês, para 0,38%, informou nesta sexta-feira a Fundação Getulio Vargas (FGV).

A tarifa de eletricidade passou de 0,48% para 1,17% e figura entre os cinco itens com maior influência positiva no IPC-S. Completam a lista os itens refeições em bares e restaurantes (de 0,40% para 0,59%), condomínio residencial (de 0,92% para 1,13%), sanduíches (de 1,89% para 2,17%) e plano e seguro de saúde, que repetiu a leitura anterior, de 0,63%. Também pesou para a aceleração do IPC-S o comportamento dos itens roupas (de 0,58% para 0,72%), passagem aérea (de 4,26% para 7,96%) e salão de beleza (de 0,92% para 1,31%).

Já entre os itens com maior influência negativa no IPC-S estão o tomate (de -30,61% para -31,65%), a cebola (-10,46% para -12,17%), a batata-inglesa (de -4,11% para -6,44%), a carne moída (de -3,40% para -3,85%) e a cenoura (de -19,26% para -16,51%). Também se destacaram os itens hortaliças e legumes (de -10,98% para -11,94%), pacotes de telefonia fixa e internet (de -0,59% para -0,77%), gasolina (de 1,39% para 0,69%) e serviço religioso e funerário (de 0,45% para 0,20%).

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