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Endividamento familiar bate recorde em setembro, segundo o BC

·1 min de leitura
O endividamento familiar corresponde a 49,9% da renda acumulada nos últimos 12 meses. (Getty Imagens)
O endividamento familiar corresponde a 49,9% da renda acumulada nos últimos 12 meses. (Getty Imagens)
  • Famílias brasileiras devem aproximadamente metade da renda obtida no último ano

  • Índice é o maior desde setembro de 2020

  • Levantamento feito pelo BC teve metodologia alterada.

O BC (Banco Central) publicou nesta terça-feira (28/12) informações relativas ao endividamento das famílias com o bancos no Brasil. Em setembro, último dado disponível, o endividamento familiar corresponde a 49,9% da renda acumulada nos últimos 12 meses. A marca é um novo recorde do endividamento nacional.

Desde setembro de 2020 o nível do endividamento familiar está em crescimento e chega ao seu ápice no último mês de setembro. O índice de 49,9% significa que as famílias brasileiras estão devendo metade daquilo que receberam entre setembro de 2020 e setembro de 2021.

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O valor de 49,9% é 0,7% maior do que índice de agosto deste ano e representa um aumento de 8,1% em comparação a setembro do ano passado. Os brasileiros também estão dispondo uma maior parte da sua renda para pagar as dívidas: 26,2%, em média. O indicador é 0,5% maior ao mês de agosto e 1,7% mais alto em comparação ao último ano.

Fórmula do cálculo

O BC alterou a metodologia de cálculo do índice de endividamento das famílias. A nova fórmula acrescenta novas fontes de renda, como rendimentos extraordinários, auxílios emergenciais, 13º salário, saques emergenciais do FGTS e férias e exclui dividendos provenientes de aluguéis, distribuição de lucros e investimentos.

Segundo o BC, o novo sistema de índices informados são menores que os da séries anteriores, mas as trajetórias permanecem as mesmas ao longo prazo.

Com informações do G1 e Folha de São Paulo.

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