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Endividamento das famílias chega a 58% e bate novo recorde

·1 minuto de leitura
Business people stress the cost
Em março, 30,5% da renda do brasileiro ficou comprometida com o pagamento de empréstimos e de financiamentos
  • Endividamento das famílias chegou a 58% em março

  • Foi o maior índice desde o início da série histórica

  • Recorde acontece em meio à crise agravada pela pandemia da covid-19

O endividamento das famílias bateu recorde atingiu os 58% em março de 2021, o maior nível da série histórica, que teve início em 2005, segundo informações divulgadas pelo Banco Central nesta segunda-feira (28). No mesmo período de 2020, era de 49,4%, uma diferença de 8,6 pontos percentuais. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

Leia também:

Esse aumento do percentual acontece em meio à crise econômica agravada pela pandemia da covid-19 e é resultado da crescente procura por crédito. Em março, 30,5% da renda do brasileiro ficou comprometida com o pagamento de empréstimos e financiamentos.

Dados de maio

Em maio, com base em dados mais gerais do Banco Central, foram concedidos R$ 347,5 bilhões em crédito livre (operações em geral), um aumento de 2,2% em relação a abril. 

Nesse período, a concessão de crédito para pessoas físicas foi de R$ 178,6 bilhões, uma alta de 4,3%. No acumulado de 12 meses, esse crescimento é de 4,8%. Já em relação a pessoas jurídicas a alta foi de 0,2%, chegando a R$ 168,9 bilhões, um recuo de 0,9% no acumulado. 

Em meio à crise, o uso do cartão de crédito também aumentou e entre abril e maio o juro médio do rotativo teve queda de 336,1 para 329,6% ao ano, uma diferença de 6,5 pontos percentuais. 

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