Mercado fechado
  • BOVESPA

    110.334,83
    +299,66 (+0,27%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    44.784,58
    +191,67 (+0,43%)
     
  • PETROLEO CRU

    59,78
    -0,86 (-1,42%)
     
  • OURO

    1.712,30
    -10,70 (-0,62%)
     
  • BTC-USD

    49.262,70
    +3.025,99 (+6,54%)
     
  • CMC Crypto 200

    986,43
    +58,20 (+6,27%)
     
  • S&P500

    3.901,82
    +90,67 (+2,38%)
     
  • DOW JONES

    31.535,51
    +603,14 (+1,95%)
     
  • FTSE

    6.588,53
    +105,10 (+1,62%)
     
  • HANG SENG

    29.701,41
    +248,84 (+0,84%)
     
  • NIKKEI

    29.590,55
    -72,95 (-0,25%)
     
  • NASDAQ

    13.300,00
    +20,25 (+0,15%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7888
    -0,0068 (-0,10%)
     

Endividamento das famílias bate recorde e chega a 50,3% em outubro

LARISSA GARCIA
·1 minuto de leitura
***ARQUIVO***SÃO PAULO: Cédulas de real, moeda oficial brasileira. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO: Cédulas de real, moeda oficial brasileira. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Com o aumento na demanda por crédito em meio à pandemia, o endividamento das famílias junto aos bancos alcançou 50,3% em outubro, maior nível da série histórica iniciada em janeiro de 2005.

Baixe o app do Yahoo Mail em menos de 1 min e receba todos os seus emails em 1 só lugar

Siga o Yahoo Finanças no Google News

O dado, divulgado nesta quinta-feira (28) pelo Banco Central, considera o estoque dos financiamentos da família com relação à sua renda em 12 meses. O nível de endividamento passou de 50% pela primeira vez.

Leia também:

O comprometimento da renda mensal do brasileiro com parcelas de empréstimos, por sua vez, chegou a 21,7% e se igualou a setembro de 2015, quando o percentual tinha sido o maior.

Para Fernando Rocha, chefe do departamento de estatísticas do BC, o nível não é necessariamente preocupante.

"É um tema que deve ser observado, de educação financeira, mas os níveis de inadimplência permanecem baixos. Ter passado para 50% não é indicativo de problema", avalia.

Em 2020, até outubro, o endividamento cresceu 5,4 pontos percentuais e o comprometimento de renda aumentou 1,7 ponto.

Ao excluir financiamento imobiliário, linha de longo prazo que normalmente consome maior percentual da renda das famílias, o endividamento chega a 29,3% e o comprometimento a 18,9%.

Como o dado considera uma média móvel trimestral, há uma defasagem de três meses em sua divulgação, por isso, o último dado disponível é o de outubro.

Segundo a mesma pesquisa do BC, a inadimplência ficou em 2,1% em dezembro, menor valor da série, com redução de 0,1 ponto no mês e 0,8 ponto no ano.

O auxílio emergencial, que terminou em dezembro, e as renegociações das parcelas de empréstimos promovidas pelos bancos durante a pandemia, segundo o BC, evitaram os calotes.

Assine agora a newsletter Yahoo em 3 Minutos

Siga o Yahoo Finanças no Instagram, Facebook, Twitter e YouTube