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Encomendas à indústria dos EUA têm forte alta em novembro

·1 min de leitura
Trabalhador opera uma das máquinas de corte de metal na fábrica da Gent Machine Co. em Cleveland, Ohio, EUA, 26 de maio de 2021. REUTERS/Timothy Aeppel

WASHINGTON (Reuters) - As novas encomendas de produtos fabricados nos Estados Unidos aceleraram em novembro, mas os gastos empresariais com equipamentos provavelmente tiveram dificuldades para se recuperar no quarto trimestre.

O Departamento de Comércio dos EUA informou nesta quinta-feira que as encomendas à indústria subiram 1,6% em novembro. Os dados de outubro foram revisados para cima para mostrarem avanço de 1,2%, em vez do acréscimo de 1,0% divulgado anteriormente.

Economistas consultados pela Reuters previam que as encomendas avançariam 1,5%. Os pedidos tiveram alta de 12,9% em relação ao mesmo período um ano antes.

A manufatura, que responde por 11,9% da economia norte-americana, está sendo apoiada por empresas que estão reabastecendo os estoques esgotados.

Houve aumento nos pedidos de computadores e produtos eletrônicos, além de equipamentos de transporte. Mas as encomendas de maquinário caíram, assim como as de equipamentos, eletrodomésticos e componentes elétricos.

As remessas de bens manufaturados aumentaram 0,7% em novembro, após alta de 2,0% em outubro. Os estoques nas fábricas subiram 0,7%. Pedidos ainda a serem despachados subiram 0,7%, após alta de 0,3% um mês antes.

O Departamento do Comércio também informou que as encomendas de bens de capital não relacionadas a defesa, excluindo aeronaves --uma medida dos planos de gastos das empresas com equipamentos--, ficaram inalteradas em novembro, em vez de caírem 0,1%, conforme relatado no mês passado.

Os embarques do núcleo dos bens de capital --número usado para calcular os gastos empresariais com equipamentos no relatório do Produto Interno Bruto (PIB)-- aumentaram 0,3% em novembro, assim como divulgado antes.

As despesas das empresas com equipamentos contraíram no terceiro trimestre após quatro trimestres seguidos de crescimento de dois dígitos.

(Por Lucia Mutikani)

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