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Encomendas à indústria dos EUA sobem, mas gasto com equipamentos desacelera

·1 minuto de leitura
Técnicos constroem motores LEAP para aviões a jato em uma fábrica da General Electric (GE) em Lafayette, Indiana, EUA

WASHINGTON (Reuters) - As novas encomendas de produtos feitos nos Estados Unidos aumentaram mais do que o esperado em janeiro, apontando uma recuperação sustentada na manufatura, mesmo com a desaceleração do ritmo dos gastos das empresas com equipamentos.

Os pedidos à indústria em janeiro foram impulsionados pela forte demanda por equipamentos, aparelhos e componentes elétricos, bem como metais primários e produtos de metal fabricados.

O Departamento de Comércio informou nesta quinta-feira que os pedidos às fábricas cresceram 2,6%, após alta de 1,6% em dezembro. Economistas ouvidos pela Reuters previam elevação de 2,1%. Os pedidos aumentaram 1,3% em relação a um ano antes.

A manufatura, que responde por 11,9% da economia dos EUA, tem sido impulsionada pela forte demanda por bens, como eletrônicos e móveis, já que 23,2% da força de trabalho está em casa por causa do coronavírus. A demanda pode, no entanto, retornar ao setor de serviços no verão (nos EUA), à medida que mais norte-americanos forem vacinados e diminuir a atividade manufatureira em relação aos níveis atuais.

Uma escassez global de chips semicondutores --que na quarta-feira forçou a General Motors Co a estender os cortes de produção em sua fábrica em Fairfax, Kansas-- pode desacelerar o ímpeto. Mas a perspectiva para a manufatura permanece sólida, com o índice ISM de atividade fabril nacional batendo em fevereiro uma máxima em três anos.

(Por Lucia Mutikani)

((Tradução Redação São Paulo, 55 11 56447757)) REUTERS JCG