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3 empresas que se adaptaram durante a pandemia (e uma que não)

É constante a chuva de profecias sobre a economia global e o futuro do trabalho no mundo pós-pandemia de coronavírus, mas boa parte das empresas já precisou agir ou planejar mudanças para esse novo cenário.

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Transformações digitais e adoção de tecnologias usadas para nos conectar melhor já viraram parte dos planos. Veja algumas empresas que passaram por mudanças durante a pandemia e outras que com certeza precisarão passar em breve - e o que isso pode significar para todas as outras.

Leia também

Amaro

Problema: crise no varejo

Solução: um e-commerce ainda mais digital

O setor de varejo nunca mais será o mesmo. A pandemia criou novos hábitos de compra e mais pessoas experimentaram opções de entrega em domicílio para produtos que nunca pensaram em comprar pela internet.

A fashiontech brasileira Amaro foi obrigada a mudar os planos para suas lojas físicas e buscou alternativas para fazer seu e-commerce ainda mais digital. Entre as mudanças, uma modelo virtual e interativa, parcerias com outras marcas dentro de seu espaço e atendimento ao consumidor via WhatsApp.

Magazine Luiza

Problema: crise no varejo

Solução: posicionamento e ações afirmativas

Muitas empresas perceberam que pensar em ações e soluções voltadas para a sociedade, colaboradores e consumidores e ter uma voz ativa é fundamental durante crises - e atrai ainda mais clientes. Em meio a empresários se posicionando contra medidas restritivas e isolamento, a gigante do varejo brasileira prometeu não demitir ninguém e enviou assistência financeira a funcionários de baixa renda, incluindo um subsídio de creche para quase 5,5 mil funcionárias.

Pickcells

Problema: profissionais sobrecarregados

Solução: inteligência artificial mais presente

Já é uma tendência mundial no trabalho que tarefas repetitivas sejam repassadas a programas de inteligência artificial para que os humanos tenham mais tempo para lidar com outras tarefas, aquelas mais difíceis que envolvem empatia e solução de problemas.

Durante a crise, isso ficou ainda mais claro.

A startup brasileira Pickcells criou um sistema de visão computadorizada para tornar mais barato o diagnóstico de doenças variadas. Focada originalmente em identificar parasitoses, a empresa adaptou seu produto para reconhecer padrões associados ao coronavírus em radiografias de pulmão.

Quem não conseguiu se reinventar

Companhias aéreas

Problema: um mundo com menos viagens e menos passageiros

Solução: ?

Com redução de mais de 90% na oferta de voos no Brasil - e valores similares mundo afora - a pandemia deixou claro que o futuro do mais global dos setores, a aviação, é incerto.

Mesmo quando as pessoas voltarem a viajar, restrições de distanciamento e higiene ~causarão uma reorganização total dos processos em voos e aeroportos - de assentos a restaurantes a filas de embarque.

A alemã Lufthansa, por exemplo, está operando aeronaves com os assentos do meio vagos. A longo prazo, isso significará perda de dinheiro, já que empresas aéreas lucram com o máximo possível de assentos ocupados no máximo possível de voos.

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