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Empresas nos EUA custeiam aborto a funcionárias; veja lista

Empresas americanas com funcionários em estados onde o aborto tem alta chance de se proibido se pronunciaram nesta terça, 3
Empresas americanas com funcionários em estados onde o aborto tem alta chance de se proibido se pronunciaram nesta terça, 3
  • Amazon, Uber, Apple e Citigroup estão entre as principais empresas a defender o direito ao aborto;

  • Empresas destacaram que cobrem, ou passarão a cobrir, gastos médicos em outros estados;

  • Uber e Lyft darão ajuda financeira e legal para motoristas que forem processados por levarem passageiros à clinicas de aborto.

Os cidadãos estadunidenses acordaram surpresos nesta terça-feira, 03 de abril, graças ao vazamento de documentos da Suprema Corte, que revelou que o tribunal está pronto para reverter a decisão do caso Roe v. Wave, que garantiu o direito constitucional ao aborto no país.

Preocupados com o bem-estar de seus funcionários, diversas grandes empresas americanas com trabalhadores localizados em estados como Texas e Oklahoma anunciaram suas próprias iniciativas para preservar o acesso aos tratamentos médicos. Espera-se que cerca de 26 estados dos EUA tem "certeza ou probabilidade" de proibir o aborto se a decisão do caso for derrubada, de acordo com análise do Instituto Guttmacher.

De acordo com o Business Insider, grandes empresas como o Citigroup, a Apple, o Yelp, a Amazon, a Salesforce e o Match Group estão destacando especificamente o aborto em sua expansão de programa de benefícios médicos existentes, que reembolsam os funcionários pelos custos de viagem relacionados à busca de assistência médica que não está disponível perto da casa do funcionário.

A Amazon, por exemplo, irá cobrir até US$ 4.000 por ano em custos de viagem relacionados a tratamentos médicos sem risco de vida, o que inclui o aborto eletivo. O Yelp, além de cobrir os custos de viagem e procedimento, afirmou em comunicado oficial que "derrubar Roe v. Wade colocará em risco os direitos humanos de milhões de mulheres que correm o risco de perder a liberdade de tomar decisões sobre seus próprios corpos. Voltar no tempo no progresso que as mulheres fizeram nos últimos 50 anos terá um impacto sísmico em nossa sociedade e economia".

Já o Uber e o Lyft, maiores empresas de corridas por aplicativo nos EUA, anunciaram que irão cobrir os custos legais de quaisquer motoristas que forem taxados por transportar passageiros para receber serviços de aborto.

“Os motoristas não devem correr o risco de levar as pessoas aonde querem ir”, disse o CEO da Uber, Dara Khosrowshahi, no Twitter, referindo-se a TX SB8, lei em discussão no Texas, que permite que cidadãos processem indivíduos “ajudando e incentivando” um aborto.

“O TX SB8 ameaça punir os motoristas por levar as pessoas aonde elas precisam ir – especialmente as mulheres que exercem seu direito de escolha”, twittou o cofundador e CEO da Lyft, Logan Green em setembro do ano passado.