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Empresas espionam PC de funcionários e cortam salário de quem sai de frente da tela

Nesses casos, pausas podem levar a penalidades, como redução de salário e demissões (Getty Image)
Nesses casos, pausas podem levar a penalidades, como redução de salário e demissões (Getty Image)
  • Empresas tem utilizado o monitoramento de computadores

  • Funcionários dizem se sentir humilhados e desmoralizados

  • Vídeos do TikTok ensinam a burlar o sistema

Já pensou ter o seu computador espionado pelo seu chefe? É isso que está acontecendo nos Estados Unidos. Oito dos dez maiores empregadores privados do país acompanham as métricas de produtividade de trabalhadores individuais através de monitoramento digital.

A prática, que coage e restringe a forma de trabalho de cada pessoa, utiliza rastreadores, pontuações e botões "ociosos" ou apenas silenciosos. Nesses casos, pausas podem levar a penalidades, como redução de salário e demissões.

No UnitedHealth Group, por exemplo, a medição do uso do teclado do computador pode afetar a remuneração e os bônus dos trabalhadores. No caso da Metropolitan Transportation Authority, de Nova York, os a engenheiros até podem trabalhar remotamente um dia por semana, desde que concordassem com o monitoramento de produtividade em tempo integral.

Não é só no trabalho remoto que as empresas tem recorrido ao recursos. Em escritórios presensais, como o Tommy Weir, é fornecida uma pontuação de produtividade em grupo para as empresas do ranking Fortune 500. No futuro, os dados devem ser usados para ajustar salários.

O New York Times realizou entrevistas com trabalhadores que produzem nesse modelo de trabalho. O jornal aponta diz que essas pessoas descreveram o fato de serem rastreados como "desmoralizante", "humilhante" e "tóxico".

Para tentar sair desse modelo, vídeos do TikTok já mostram ficas para burlar os sistemas, inclusive com a utilização de um "mouse malabarista", um dispositivo que cria a ilusão de que a pessoa está ativa naquele momento.