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Empresas e ONGs unem forças para acelerar vacinação no Brasil

·2 minuto de leitura
Maria Ferreira, 74, é vacinada contra a covid por um profissional de saúde com uma dose da Oxford/AstraZeneca, em uma comunidade às margens do Rio Negro, perto de Manaus, Amazonas, em 9 de fevereiro de 2021

Dezenas de empresas e ONGs lançaram nesta terça-feira (9) uma iniciativa para ajudar as autoridades brasileiras a acelerar a campanha de vacinação e tentar imunizar toda a população contra a covid-19 até o fim de setembro.

Uma meta que parece extremamente ambiciosa para um país que começou a vacinar seus 212 milhões de habitantes há menos de um mês e que depende da importação de insumos para continuar sua campanha contra a pandemia, que já matou mais de 233 mil pessoas.

O movimento, batizado de "Unidos pela Vacina", é formado por 400 líderes de ONGs e empresas, entre elas a gigante Magazine Luiza, a companhia aérea Gol e as subsidiárias brasileiras da Volkswagen e da Whirlpool.

A organização se diz "apolítica" e visa ajudar, acima de tudo, a agilizar as tarefas logísticas.

“O governo não precisa de dinheiro para comprar vacina, se a necessidade fosse dinheiro, seria mais fácil. Mas podemos agilizar, com influências de nossas empresas e ajudar a chegar vacina”, disse Luiza Helena Trajano, diretora executiva da Magazine Luiza, em coletiva de imprensa.

“Setembro, meta ousada, mas Unidos, vamos conseguir salvar vidas e resgatar a economia”, acrescentou.

A Unidos pela Vacina irá propor sua ajuda ao governo federal, aos 27 estados brasileiros e aos mais de 5.000 municípios do país.

A coordenação avaliou, em conjunto com o Instituto Locomotiva, as necessidades dos municípios, tanto em vacinas quanto em seringas.

Alguns estudos indicaram recentemente que a campanha de vacinação do Brasil levaria quatro anos no ritmo atual.

O governo de Jair Bolsonaro é alvo de críticas pela gestão da crise de saúde e pelo atraso na vacinação, que até então alcançou cerca de quatro milhões de brasileiros.

Até o momento, o país tem 12 milhões de doses aprovadas para uso emergencial, somando as unidades da CoronaVac do laboratório chinês Sinovac e as da farmacêutica anglo-sueca AstraZeneca com a Universidade de Oxford. Ambas exigem duas injeções por pessoa.

O governo espera a entrega de 210,4 milhões de doses da AstraZeneca este ano e 100 milhões da CoronaVac até o final de agosto. Também planeja comprar 30 milhões de doses da vacina russa Sputnik V e da indiana Covaxin.

lg/pt/avz/js/mel/ic/mvv