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Empresas dos EUA mostram primeiros sinais de impacto de aperto monetário do Fed, mostra Livro Bege

Cliente conta dinheiro no caixa de uma loja em Nova Hampshire, EUA

Por Lindsay Dunsmuir

(Reuters) - A economia na maioria das regiões dos Estados Unidos cresceu a ritmo modesto ou moderado de abril até o fim de maio, e há sinais de que as medidas do Federal Reserve para esfriar a demanda começaram a ser sentidas, disse o banco central norte-americano em relatório divulgado nesta quarta-feira.

A mais recente sondagem sobre a saúde da economia vem num momento crítico para o Fed, à medida que a autoridade monetária aperta as condições financeiras com maior agressividade em sua tentativa de reduzir a inflação, que permanece no maior patamar em 40 anos.

O Fed elevou sua taxa básica de juros em 0,50 ponto percentual no mês passado, para uma faixa entre 0,75% e 1%, e planeja novos ajustes da mesma magnitude em cada uma de suas próximas duas reuniões de política monetária, neste mês e julho.

O chair do Fed, Jerome Powell, disse que as autoridades continuarão a aumentar os custos dos empréstimos até que a inflação, atualmente equivalente a mais que o triplo da meta de 2% do banco central, caia de maneira "clara e convincente".

Houve sinais preliminares no relatório desta quarta-feira de que empresas e consumidores estão começando a responder ao aperto monetário.

"Contatos do varejo notaram um certo arrefecimento à medida que consumidores enfrentaram preços mais altos, e os contatos de imóveis residenciais observaram fraqueza conforme os compradores tiveram de lidar com preços elevados e taxas de juros crescentes", disse o Fed na pesquisa, conhecida como "Livro Bege", realizada em todos os 12 distritos do banco central até 23 de maio.

O Fed enfrenta uma tarefa difícil conforme tenta amortecer a demanda o suficiente para conter o aumento do custo de vida sem causar recessão. A instituição tem sido atrapalhada por problemas persistentes na cadeia de suprimentos, fator que foge de seu controle e foi exacerbado por lockdowns recentes na China e por um salto nos custos de alimentos e energia devido à invasão da Ucrânia pela Rússia.

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