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Empresas brasileiras podem bater recorde de volume financeiro em IPOs nos EUA

·2 minuto de leitura

As ofertas públicas de ações (IPOs, na sigla em ingês) de empresas brasileiras nos EUA podem ter a melhor marca da história em volume financeiro até o fim de 2021. Isso depois que quatro companhias fizeram suas estreias por lá (Pátria e Vinci em janeiro, e Zenvia e Vtex em julho) e outras cinco planejam se lançar na Nasdaq ou na bolsa de valores de Nova York (NYSE) até dezembro.

Nos últimos cinco anos, empreendimentos brasileiros conseguiram perto de US$ 9 bilhões em IPOs nos EUA em 13 operações. Não entram aí as transações de empresas que já atuavam em outros mercados. Esse volume ainda é baixo em relação aos mercados brasileiro e americano, mas tem aumentado progressivamente.

Em 2021, os negócios nacionais já arrecadaram US$ 1,44 bilhão. O volume final vai depender de as empresas conseguirem obter os preços que pretendem. A PicPay, por exemplo, pode atingir US$ 5,8 bilhões, mas preferiu deixar a fila por enquanto. Nos últimos anos, o maior volume obtido em um ano foi de US$ 3,72 bilhões em 2018, quando foram realizados três IPOs.

Imagem: Reprodução/Elements/Rawpixel
Imagem: Reprodução/Elements/Rawpixel

De malas prontas?

Entre os empreendimentos estão nomes como Nubank e Hotmart. Rumores indicam que Elo, CI&T e Conductor também podem fazer sua apresentação nos EUA. No início de 2022, pode ser a vez de Ebanx e Creditas. "Acreditamos que o Brasil é uma parte importante do nosso crescimento e que esse movimento deve se manter forte na bolsa de Nova York até o fim do ano", diz Alex Ibrahim, chefe de mercados internacionais da NYSE.

As empresas por enquanto preferem guardar segredo sobre os planos. A Hotmart diz que ainda "não tomou nenhuma decisão nem tem previsão de anunciar um movimento nesse sentido neste momento". Nubank, Elo e CI&T preferiram não comentar. Já a Conductor diz que não tem informações para compartilhar sobre o tema.

Imagem: Divulgação/Nubank
Imagem: Divulgação/Nubank

Paralelamente, quase 50 empresas passaram a figurar na B3 só neste ano. Roderick Greenlees, chefe global de banco de investimento do Itaú BBA, conta que 2021 tem sido um ano muito positivo para esse mercado tanto no Brasil quanto no exterior. "A relação para as empresas brasileiras é de 90% para entradas locais e 10% para internacionais. Isso demonstra que apenas uma pequena parcela faz IPO fora do país", aponta ele.

Para Guilherme Zanin, estrategista da Avenue Securities, essa tendência ocorre por uma combinação de fatores. "Temos, por exemplo, um volume maior de capital disponível nas bolsas americanas, com investimentos mais voltados para o longo prazo e com recursos que ficam alocados em uma moeda mais forte", destaca.

Fonte: Canaltech

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