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Empresariado vê discurso de Bolsonaro com apreensão

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SÃO PAULO, SP, 07.09.2021 - ATO-SP: Grupos apoiadores do governo Bolsonaro se concentram na avenida Paulista durante ato favorável ao seu governo, nesta terça-feira, data que celebra o Dia da Independência do Brasil. (Foto: Keiny Andrade/Folhapress).
SÃO PAULO, SP, 07.09.2021 - ATO-SP: Grupos apoiadores do governo Bolsonaro se concentram na avenida Paulista durante ato favorável ao seu governo, nesta terça-feira, data que celebra o Dia da Independência do Brasil. (Foto: Keiny Andrade/Folhapress).

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Representantes do empresariado acompanharam o discurso de Bolsonaro nesta terça (7) com apreensão. A avaliação geral é que, passado o evento, o presidente deveria focar a retomada e perseguir a agenda econômica deixando a política de lado.

Paulo Solmucci, presidente da Abrasel (associação de bares e restaurantes), afirma que encerrou o dia aliviado porque estava apreensivo com a possibilidade de violência nos atos.

“Eu acho que o empresariado sai menos tenso desse momento e que podemos ter uma semana positiva. Espero que a gente continue lidando com as questões políticas dentro da Constituição”, diz ele.

João Diniz, presidente da Cebrasse (Central Brasileira do Setor de Serviços), afirma que as falas de Bolsonaro contribuem para gerar desunião e discórdia.

Ele critica os ataques às instituições, como o STF e pede que, em vez de bravatas, o presidente dê mais atenção à pauta econômica e à crise energética. "Cada vez que ele [Bolsonaro] abre a boca a Bolsa cai, o dólar sobe", diz.

Para José Carlos Martins, presidente da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), as manifestações desta terça foram uma demonstração cívica salutar, mas agora o país precisa discutir outras questões, como o combate à fome e à desigualdade.

“Eu acho que Bolsonaro poderia ter discutido isso mais profundamente, porque ele estava com esse capital [apoio popular] na mão”, afirma.

Na avaliação de José Ricardo Roriz, presidente da Abiplast (associação da indústria do plástico), Bolsonaro esticou ainda mais a corda e terá consequências na recuperação econômica e nas reformas. "Pode ser um caminho sem volta", diz.

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