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Empresa terá que indenizar funcionária chamada de "burra e incompetente"

·2 minuto de leitura
Furious businessman shout at female employee working in shared office, mad male boss scream at guilty intern, blaming for mistake, CEO accuse woman worker in company failure or bad results
Funcionária alega ter passado por situações vexatórias durante reuniões
  • Ex-funcionária vai receber indenização de R$ 10 mil por passar por ter sido submetida a regime de trabalho em ambiente hostil

  • Segundo a mulher, ela era chama de "burra e incompetente" por seu superior

  • Outros funcionários confirmaram o comportamento agressivo do chefe em depoimento

A Justiça condenou uma operadora de plano de saúde a pagar R$ 10 mil de indenização a uma ex-funcionária que alega ter sido chamada de “burra e incompetente” em reuniões. Segundo a decisão da 8ª turma do TRT (Tribunal Regional de Trabalho) da 3ª região, a mulher foi submetida a regime de trabalho em ambiente hostil. 

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De acordo com a ex-empregada, ela sofria perseguição, era tratada com rigor excessivo e exposta a situações vexatórias por seu superior, em especial nas reuniões. Para ela, o chefe fazia isso como uma forma de forçá-la a se demitir.

Depoimentos

As humilhações também eram estendidas a outros funcionários, que, assim como a reclamante, também eram chamados de burros e incompetentes. A afirmação foi validada por uma colega em depoimento, que repetiu que o superior falava de forma agressiva ao fazer apontamentos e acusações, ofendendo os trabalhadores. 

Male and female Office employees having argument at workplace.
Outros funcionários também afirmaram ter sido vítimas do tratamento agressivo do superior

“O tratamento humilhante e desrespeitoso conferido à empregada, evidenciado pelos depoimentos das testemunhas por ela indicadas, ultrapassa o limite da razoabilidade, e extrapola o poder diretivo do empregador (art. 187 do CC), sobretudo se considerado a notória valorização constitucional conferida à dignidade da pessoa humana, honra e imagem, ainda mais no ambiente de trabalho”, disse o relator José Marlon de Freitas.

Sendo assim, segundo o relator, a ex-funcionária merece receber a indenização devido aos danos sofridos no ambiente hostil de trabalho.

Empresa nega acusação

Apesar de as testemunhas ouvidas no processo corroborarem a versão dada pela reclamante, em sua defesa, a operadora de plano de saúde negou que essas condutas tenham sido tomadas.

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