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Empresa de tecnologia eleitoral dos EUA processa Fox News em US$ 2,7 bilhões

Rui Maciel
·2 minuto de leitura

Empresa especializada em tecnologia eleitoral, a Smartmatic abriu um processo no valor de US$ 2,7 bilhões contra a Fox News. A companhia alega que o canal de notícias - de viés mais conservador - empreendeu uma campanha de desinformação sobre as eleições presidenciais nos EUA em novembro do ano passado e no qual ela forneceu a plataforma para a realização.

Ainda de acordo com a Smartmatic, as inúmeras fake news propagadas pelo canal prejudicaram irreparavelmente a empresa e "danificou a democracia em todo o mundo". Em um comunicado à imprensa, seus executivos afirmam:

"Em novembro e dezembro de 2020, a Fox News transmitiu vários relatórios afirmando e sugerindo que a Smartmatic havia manipulado e fraudado as eleições de 2020. Eles repetiram as falsas alegações e acusações no ar e em artigos e publicações nas redes sociais que foram vistas, juntas, por milhões [de pessoas] nos Estados Unidos e ainda mais em todo o mundo".

O processo da Smartmatic contra a Fox News é um calhamaço de 285 páginas e foi aberto no estado de Nova York. A ação aponta como réus os âncoras de diversos programas da emissora, como Lou Dobbs, Maria Bartiromo e Jeanine Pirro. Eles convidaram Sidney Powell e Rudy Giuliani para seus programas, onde os mesmos - que também são réus na ação - propagavam que as eleições haviam sido fraudadas. Sem nunca terem apresentado provas disso.

Teorias da conspiração

Após a derrota do presidente Donald Trump em novembro, Powell e Giuliani se tornaram os principais promotores da teoria da conspiração infundada de que a Smartmatic e a Dominion Voting Systems, uma empresa rival de tecnologia eleitoral, fraudaram a eleição presidencial de 2020.

Entre as diversas - e fantasiosas - teorias da conspiração, Powell e Giuliani alegaram que uma série complicada de acordos secretos e inovações tecnológicas permitiram que as empresas trocassem secretamente os votos de Trump para Joe Biden. Powell usou a teoria como base para uma série de processos judiciais em tribunais federais que buscavam anular o resultado da eleição. Todos foram indeferidos pelos magistrados norte-americanos.

Ainda no processo aberto, a Smartmatic disse que os anfitriões ofereceram a Powell e Giuliani uma plataforma e endossaram suas fake news:

"Esses réus são as principais fontes de muitas das informações falsas. Suas acusações infundadas foram repetidas por outros meios de comunicação, jornalistas, blogueiros e influenciadores em todo o mundo."

Fonte: Canaltech

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