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Empresa-mãe do Google vai conectar regiões da África com internet via laser

·2 minuto de leitura

A Alphabet, empresa proprietária do Google, está usando parte da tecnologia anteriormente desenvolvida para o Projeto Loon para levar internet banda larga de alta velocidade para pessoas da África.

O Loon, descontinuado em janeiro, buscava usar balões de hélio para distribuir internet sem fio pelo mundo. Agora, parte da tecnologia desenvolvida no estudo, mais especificamente a Comunicações em Espaço Óptico Livre (na sigla em inglês, FSOC), foi renomeada, e está sendo chamada de Projeto Taara.

O Taara funciona como cabos de fibra óptica, porém com lasers em vez de conexões físicas. A tecnologia consegue criar uma transmissão banda larga de mais de 20 GB entre dois pontos que tenham um campo de visão limpo entre si.

As unidades de conexão do Taara são instaladas em ambientes altos, para que possam enxergar uma a outra. Os dispositivos contam com a capacidade de ajustar seus espelhos automaticamente em intervalos de 5 graus, e, caso em algum momento o sistema falhe, existe a opção de ajusta-los manualmente. O estudo, antes já testado na Índia, agora foi para África, com a tecnologia conectando o Rio do Congo em Brazaville na República do Congo com Quinxassa na República Democrática do Congo.

<em>Ilustração demonstrando como o Taara funciona. (Imagem: Reprodução/ Liliputting)</em>
Ilustração demonstrando como o Taara funciona. (Imagem: Reprodução/ Liliputting)

Nos testes realizados no continente africano, o projeto conseguiu transmitir quase 700 TB de dados no decorrer de 20 dias, melhorando a qualidade das conexões de provedores locais, como a Econet. Mesmo sem a proteção de uma fibra fisica no envio de informações, o relatório do projeto Taara comenta que, durante o período de teste, as conexões estavam estáveis em 99.9% do tempo. A equipe responsável pelo estudo disse ao site The Verge que eles não conseguiam diferenciar quando estavam fazendo uso da conexão a laser ou da conexão com fibra óptica.

Ainda em declaração para o The Verge, os pesquisadores comentaram que não tiveram nenhuma experiência onde condições climáticas atrapalharam a conexão. Para eles, o motivo para essa estabilidade é a transmissão via laser, que se ajusta dependendo das condições do percurso, além de sistemas de apontamento e rastreamento melhorados.

A razão do local de teste

A escolha pelo local de testes foi realizada não só pelas condições climáticas do Rio do Congo, consideradas mais aptas do que um clima nevoeiro como o de São Franciso, mas também pela dificuldade e alto custo de instalar fibra óptica em Quinxassa. O cabo mais próximo tem que percorrer 400 quilômetros para chegar na cidade, o que aumenta o valor do processo em 5 vezes, segundo os pesquisadores.

Fonte: Canaltech

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