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Empresa de jogos Activision avaliará executivos após denúncias de sexismo

·2 minuto de leitura
Uma mulher passa por um poster do videogame "Call of Duty" da Activision Blizzard

O CEO da Activision Blizzard anunciou, nesta quarta-feira (28), uma série de medidas, incluindo a avaliação de seus executivos, para combater o sexismo e o assédio dentro da empresa de jogos eletrônicos.

"Estamos avaliando imediatamente os gerentes e líderes de toda a empresa", disse Bobby Kotick em um comunicado dirigido à equipe a consultado pela AFP.

O escritório de advocacia WilmerHale revisará as práticas da empresa, anunciou Kotick, que ameaçou "demitir" qualquer pessoa "que se descubra ter impedido a integridade de nossos processos de avaliação de reclamações".

Kotick reconheceu que a empresa foi "francamente surda" às primeiras reclamações de sexismo no local de trabalho.

"Garantir que temos um ambiente de trabalho seguro e acolhedor é minha maior prioridade. A equipe de gestão ouviu alto e em bom som", disse o CEO na carta.

Ele acrescentou que a companhia "continuará investigando cada reclamação" de sexismo na Activision "e não hesitará em agir".

A gigante dos jogos eletrônicos Activision Blizzard é alvo de uma série de acusações de sexismo, discriminação e assédio sexual de suas funcionárias em um processo movido por uma agência estadual da Califórnia.

O Departamento de Moradia e Emprego Justo (DFEH, em inglês) do estado do entrou com uma ação civil na semana passada, alegando que o criador de "Call of Duty" e "World of Warcraft" violou as leis estaduais ao permitir uma "cultura generalizada de machismo no ambiente de trabalho".

No caso mais recente de acusações de sexismo dentro da indústria dos jogos eletrônicos, o processo alega que a empresa da Califórnia "alimentou uma cultura sexista e pagou menos às mulheres do que aos homens, embora fizessem um trabalho basicamente semelhante; designou mulheres para empregos de nível inferior e as promoveu em um ritmo mais lento do que os homens".

Também alega que as mulheres "foram submetidas a assédio sexual constante, incluindo apalpadas, comentários e insinuações" e que os executivos sabiam disso, mas não agiram. Ao invés disso, eles retaliaram as mulheres que relataram a situação, de acordo com um comunicado da agência estadual.

A ação movida em Los Angeles indica que as mulheres eram submetidas a uma prática chamada em inglês de "cube crawls" - uma referência ao "pub crawl", uma espécie de tour por bares - onde homens bêbados iam de cubículo em cubículo engajando em "comportamento impróprio" com suas colegas de trabalho.

Uma funcionária cometeu suicídio durante uma viagem de negócios com um colega que havia levado brinquedos sexuais, de acordo com o processo.

A declaração de Kotick ocorre em um momento em que cerca de 50 funcionários da Activision Blizzard devem fazer greve nesta quarta-feira em seu campus na cidade de Irvine, no sul da Califórnia, para protestar contra o sexismo na empresa.

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