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Empresa do Primo Rico tem nova leva de demissões em massa

Thiago Nigro (Primo Rico) em visita a Maris Raffa Art Basel Experience em Nova York (Photo by Jose Devillegas/Getty Images)
Thiago Nigro (Primo Rico) em visita a Maris Raffa Art Basel Experience em Nova York (Photo by Jose Devillegas/Getty Images)
  • Ao todo, cerca de 95 funcionários teriam sido demitidos neste ano;

  • Primo Rico é um dos maiores influenciadores de finanças no Brasil;

  • Empresa, diferentemente do esperado, anunciou previsão de lucro recorde para o próximo trimestre.

Thiago Nigro é um dos maiores influenciadores de finanças e estilo de vida brasileiro, porém seus conselhos não parecem estar fazendo tanto efeito assim para si mesmo. Pela segunda vez no ano ele teve de ordenar a demissão em massa de funcionários.

Em junho as empresas do Grupo Primo passaram por uma redução de 20% do quadro de trabalhadores, na época, isso resultou na demissão de cerca de 55 pessoas. Agora, são 40 funcionários que estão sendo demitidos, conforme uma reportagem do Estadão desta quinta-feira (08).

Da primeira vez, a leva de demissões foi chamada de "reestruturação" por Thiago Nigro, que afirmou que não se tratava de mau desempenho dos funcionários demitidos. Ainda assim, os cortes parecem não ter sido suficientes. A nova onda de demissões teria afetado todas as áreas da empresa, desde design, eventos e até as áreas que lidam diretamente com finanças, como na empresa de educação financeira Top Invest e na Spiti, empresa de análise financeira.

Mesmo com as levas de demissões apontando que algo pode não estar dando muito certo no caixa das empresas de Thiago Nigro, em nota o Grupo Primo afirmou que vem vivenciando crescimento há sete trimestres, e que o próximo período deve apresentar um lucro recorde.

Para os funcionários, no entanto, resta apenas confusão sobre o que de fato está acontecendo. Um dos trabalhadores demitidos afirmou que sempre escutava boatos de demissões ocorrendo pela empresa, e que se decepcionou ao ser demitido pouco tempo após ser contratado.

“Quando me contrataram disseram uma coisa, que estava tudo encaminhado. Depois de dois meses tudo muda e tem que dispensar? Não faz sentido”, afirmou.