Mercado fechado
  • BOVESPA

    108.782,15
    -194,55 (-0,18%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.081,33
    -587,31 (-1,14%)
     
  • PETROLEO CRU

    76,85
    -0,39 (-0,50%)
     
  • OURO

    1.739,70
    -0,60 (-0,03%)
     
  • BTC-USD

    16.185,56
    -216,27 (-1,32%)
     
  • CMC Crypto 200

    379,54
    -0,75 (-0,20%)
     
  • S&P500

    3.963,94
    -62,18 (-1,54%)
     
  • DOW JONES

    33.849,46
    -497,57 (-1,45%)
     
  • FTSE

    7.474,02
    -12,65 (-0,17%)
     
  • HANG SENG

    17.297,94
    -275,64 (-1,57%)
     
  • NIKKEI

    27.980,52
    -182,31 (-0,65%)
     
  • NASDAQ

    11.628,75
    +12,50 (+0,11%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,5476
    -0,0016 (-0,03%)
     

Empresa brasileira poderá se beneficiar da crise energética na Europa

Dentre os países que mais deverão sofrer com a interrupção do fornecimento de gás natural da Rússia, utilizado desde o aquecimento das casas e estabelecimentos à produção de energia elétrica via usinas térmicas, a Suécia e a Alemanha estão entre os mais atingidos (Getty Creative)
Dentre os países que mais deverão sofrer com a interrupção do fornecimento de gás natural da Rússia, utilizado desde o aquecimento das casas e estabelecimentos à produção de energia elétrica via usinas térmicas, a Suécia e a Alemanha estão entre os mais atingidos (Getty Creative)
  • Weg poderá sair beneficiada da crise energética enfrentada pela Europa;

  • Fornecimento de gás cada vez mais limitado, devido à continuidade da guerra entre Rússia e Ucrânia, fará da empresa uma peça chave no fornecimento de eficiência energética;

  • Corte do fornecimento de gás natural da Rússia para a Europa pode significar um apagão na rede de telecomunicações do continente neste inverno.

A Weg, fabricante brasileira de motores e especializada em soluções para máquinas elétricas, poderá sair beneficiada da crise energética enfrentada pela Europa por conta da dependência do gás russo, de acordo com um relatório produzido pelo Credit Suisse. As informações são do portal Exame.

De acordo com a reportagem, analistas do banco, liderados por Regis Cardoso, avaliam que o fornecimento de gás cada vez mais limitado, devido à continuidade da guerra entre Rússia e Ucrânia, fará da Weg uma peça chave no fornecimento de eficiência energética.

“Em todo o mundo, quase 45% de toda a eletricidade é consumida por motores elétricos. A adoção de sistemas de motores de alta eficiência pode reduzir o consumo global de eletricidade em até 10%. Em nossa visão, a WEG está bem posicionada para se beneficiar de uma transição global para motores mais eficientes”, afirmaram em comunicado.

Mesmo com as boas perspectivas, o banco suíço reduziu o preço alvo para as ações da WEG de R$ 43 para R$ 41 por papel. De acordo com os analistas, o objetivo da redução seria acomodar um maior custo de capital.

Cenário caótico

O corte do fornecimento de gás natural da Rússia para a Europa pode significar um apagão na rede de telecomunicações do continente neste inverno. Muitos países do continente não possuem sistemas reservas suficientes para lidar com os cortes generalizados de energia.

Atualmente a Europa tem cerca de meio milhão de torres de telecomunicações, com a maioria dispondo de baterias reservas que atuam justamente no caso de falta de energia. No entanto, a carga é suficiente apenas para 30 minutos de operação das antenas móveis.

Dentre os países que mais deverão sofrer com a interrupção do fornecimento de gás natural da Rússia, utilizado desde o aquecimento das casas e estabelecimentos à produção de energia elétrica via usinas térmicas, a Suécia e a Alemanha estão entre os mais atingidos, podendo ficar sem serviço de celular e internet móvel.

Mas nenhum deles será mais impactado do que a França, que além desses cortes também deverá contar com pausas no fornecimento das energias nucleares, que entrarão em manutenção nos próximos meses.