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Empresário chinês do setor de bebidas condenado à prisão perpétua por subornos

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Visitantes da feira de alimentos de Chengdu tiram fotos diante da área da Moutai em 4 de abril de 2021 (AFP/JESSICA YANG)

O ex-presidente do grupo chinês Kweichow Moutai, a empresa de destilados de maior valor do mundo, foi condenado à prisão perpétua por aceitar subornos de quase 18 milhões de dólares, informou o tribunal.

Yuan Renguo, 64 anos, aceitou dinheiro e bens que totalizam 112,9 milhões de yuanes (17,8 milhões de dólares) entre 1994 e 2018, anunciou o tribunal da cidade de Guiyang (sul da China), onde fica a sede da empresa.

Expulso do Partido Comunista da China (PCC) em 2019, ano de sua detenção, Renguo perdeu os direitos políticos e teve seus bens confiscados.

"O acusado Yuan Renguo foi condenado à prisão perpétua por aceitar subornos", afirmou o tribunal em um comunicado.

O empresário foi julgado no fim de 2019 em um processo no qual se declarou culpado e arrependido, de acordo com a imprensa oficial.

Yuan Renguo é o caso mais recente de uma grande figura do mundo empresarial a cair na campanha de combate à corrupção iniciada pelo presidente chinês Xi Jinping desde que chegou à liderança do PCC, em 2012.

O grupo Kweichow Moutai é conhecido por produzir o Moutai, um tipo de licor branco conhecido como baijiu obtido a partir da destilação do sorgo e que está entre os mais caros da China.

O baijiu é a bebida alcoólica mais consumida do mundo devido à grande população da China, de 1,4 bilhão de habitantes, seu principal mercado.

A campanha anticorrupção de Xi Jinping reduziu fortemente as vendas de Moutai porque a bebida cara era oferecida com frequência a políticos em troca de favores.

prw-ehl/bar/mav/mas/dbh/fp

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