Mercado fechado
  • BOVESPA

    109.786,30
    +2.407,38 (+2,24%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    42.736,48
    +469,28 (+1,11%)
     
  • PETROLEO CRU

    44,80
    +1,74 (+4,04%)
     
  • OURO

    1.804,70
    -33,10 (-1,80%)
     
  • BTC-USD

    18.844,99
    +393,02 (+2,13%)
     
  • CMC Crypto 200

    374,00
    +4,25 (+1,15%)
     
  • S&P500

    3.635,41
    +57,82 (+1,62%)
     
  • DOW JONES

    30.046,24
    +454,97 (+1,54%)
     
  • FTSE

    6.432,17
    +98,33 (+1,55%)
     
  • HANG SENG

    26.588,20
    +102,00 (+0,39%)
     
  • NIKKEI

    26.165,59
    +638,22 (+2,50%)
     
  • NASDAQ

    12.096,25
    +191,00 (+1,60%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3966
    -0,0437 (-0,68%)
     

Emprego formal cresceu quase 2% em 2019, mas com salários menores

THIAGO RESENDE
·2 minuto de leitura

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O número de empregos formais no país avançou quase 2% no ano passado. Apesar da alta -- a maior desde 2013 -- , a média salarial dos trabalhadores caiu 1,31% na comparação com o ano anterior. O balanço foi apresentado nesta segunda-feira (26) pelo Ministério da Economia. A Rais (Relação Anual de Informações Sociais) de 2019 reúne dados do mercado de trabalho formal nos setores público e privado. O Brasil encerrou o ano passado com 47.554.211 vínculos de emprego formal nesses dois setores. Em 2018, esse estoque era de 46.631.115 postos de trabalho. Ainda assim, o número de empregos formais segue abaixo de 2013, 2014 e 2015, quando o estoque chegou perto de 49,5 milhões de vagas. A ampliação foi puxada pelo desempenho das regiões Sul (crescimento de 3,31%) e Sudeste (2,79%). Norte (0,53%) e Nordeste (0,42%) registraram um resultado mais tímido. Já a região Centro-Oeste foi a única que teve redução no estoque de emprego - queda de 0,91% em relação ao ano anterior. Na análise por segmento econômica, a construção civil foi o setor em que o mercado de trabalho mais se expandiu, com avanço de 9,64%. Em seguida, foram comércio (2,56%), indústria (1,77%) e serviços, que, apesar da alta de mais modesta (1,44%), é a área que mais emprega no país. O setor de agropecuária apresentou redução no emprego formal em 2019, com queda de 1,03%. Os trabalhadores com contratos de acordo com a CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) correspondem a quase 80% do total de vínculos do ano passado. No entanto, entre 2018 e 2019, houve uma redução nos contratos celetistas com prazo indeterminado, enquanto que os de prazo determinado ganharam maior peso -- de 1,1% para 14% no período - entre os vínculos pela CLT no país. Do lado da remuneração, a Rais mostrou que o Brasil continua na tendência de reduzir os salários dos trabalhadores formais, o que já havia sido identificado em 2018. A remuneração média caiu de R$ 3.213,14, em 2017, para R$ 3.198,05, em 2018, e para R$ 3.156,02 no ano passado. Os números foram corrigidos pela inflação. A redução foi registrada nas cinco regiões do país, em 21 unidades da federação e em todos grandes grupos de setor econômico (como agropecuária e indústria), segundo o balanço do governo.