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Empreendedores negros têm dificuldade para obter crédito

Sebrae realizou uma pesquisa com empreendedores de todo o Brasil (Getty Image)
Sebrae realizou uma pesquisa com empreendedores de todo o Brasil (Getty Image)
  • Pesquisa mostra a diferença nas dificuldades encontradas pelos empreendedores;

  • Recorte racial aponta que a situação é mais difícil para pessoas negras;

  • Brancos tiveram menos resistência para conseguir empréstimos.

Um levantamento realizado pelo Sebrae, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), indica que empreendedores negros foram os que mais encontraram dificuldades durante a crise ocasionada pela pandemia.

O levantamento foi realizado com microempreendedores individuais e donos de micro e pequenas de todo o país. Apesar de todos apontarem problemas financeiros, o recorte racial mostrou que algumas pessoas tiveram ainda mais dificuldades.

Além de serem os que mais perderam faturamento, os empreendedores negros também foram os que ficaram obtiveram um maior número de dívidas, ao mesmo tempo que conseguiram menos crédito.

A pesquisa mostra que, enquanto o faturamento dos brancos foi reduzido a 56% na comparação com o período antes da crise sanitária, o dos empreendedores negros foi diminuiu 62%.

Dos entrevistados, 35% das pessoas negras tinham dívidas e empréstimos atrasados. Já entre os os brancos esse percentual era de 27%.

“Os dados mostram o que já observamos, muitas vezes, no dia a dia. Demorando para recuperar o faturamento e sem conseguir crédito, é mais difícil para o negro ser empreendedor no Brasil e a pandemia deixou ainda mais clara essa desigualdade social”, afirmou o presidente do Sebrae, Carlos Melles, ao G1.

Ele ainda apontou que o estudo mostra a necessidade de intensificar a concessão de crédito aos empreendedores negros. A partir do início da crise sanitária, 51% dos empreendedores negros buscaram empréstimo, percentual próximo ao dos brancos, que chegou a 49%.

Contudo, ao mesmo tempo em que 34% dos brancos tiveram o pedido recusado, o número chegou a 47% entre os investidores negros.

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