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Empiricus contesta acusação do TC sobre vídeo anônimo

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um parecer técnico encomendado pela Empiricus diz haver "elementos substanciais para indicar a falsidade" das imagens de trocas de mensagens em que diretores da empresa supostamente discutem a publicação de um vídeo anônimo e difamatório contra sua concorrente TC (Traders Club).

Em entrevista publicada pela Folha de S.Paulo em 26 de julho, o presidente do TC, Pedro Albuquerque, acusou a Empiricus de estar por trás do vídeo apócrifo. A Empiricus, que nega ter relação com a peça, afirmou à reportagem que pretende utilizar o parecer para contestar a acusação na Justiça.

Albuquerque afirmou que, entre os elementos que o levaram a fazer a acusação, estão supostas trocas de mensagens por WhatsApp dos diretores da Empiricus.

Os arquivos, segundo ele, chegaram anonimamente ao TC por meio do seu canal de relação com investidores.

As acusações foram repetidas em entrevista coletiva transmitida pela internet, também em 26 de julho, na qual Albuquerque apresentou imagens dos diálogos aos quais ele se referiu. O TC afirma não ter nenhuma razão para duvidar da veracidade dos documentos que recebeu.

Foi com base nessas imagens apresentadas por Albuquerque que a advogada criminalista Roselle Adriane Soglio e o perito criminal Luiz Antonio Santos de Oliveira apresentaram suas conclusões no parecer à Empiricus.

Na conclusão do documento com data de assinatura desta segunda-feira (1º) e que foi apresentada nesta terça (2) à reportagem, Soglio e Oliveira dizem que "existem elementos substanciais para indicar a falsidade dos prints apresentados na coletiva de imprensa" e que o material poderia ter sido produzido "por meio de aplicativo facilmente encontrado na internet que permitem a criação de conversas 'fake', em aplicativos de conversa a exemplo do WhatsApp".

O parecer também afirma que o material "não permite a identificação da autoria das falsas conversas" apresentadas na coletiva de imprensa, "o que só poderá ser analisado com o acesso físico aos equipamentos e contas de email que supostamente receberam o material".

Soglio e Oliveira encerram o texto dizendo que "se reservam no direito de reanálise e conclusões" expostas "caso fatos novos que impactem as conclusões do presente trabalho venham a modificar as premissas que servirão de base para o parecer técnico".

Procurado nesta terça (02), o TC afirmou que "é inconcebível que os peritos contratados pela Empiricus não tenham analisado os aparelhos celulares utilizados nas conversas".

"Se os donos da Empiricus, Caio Mesquita e Felipe Miranda, desejam o efetivo esclarecimento do caso, que apresentem seus aparelhos à Polícia Federal para que sejam oficialmente periciados. O TC não tem nenhuma razão para duvidar da veracidade dos documentos que recebeu", informou o TC, em nota.

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