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Emissões líquidas do Tesouro registraram 2º maior volume da série histórica

Mariana Ribeiro e Edna Simão
·1 minuto de leitura

Objetivo foi suprir necessidade de financiamento do governo federal e garantir nas projeções a manutenção do caixa acima do limite prudencial, diz documento O Tesouro Nacional destaca que em setembro manteve o volume de emissão acima da média histórica, “com o objetivo de suprir a necessidade de financiamento do Governo Federal e garantir nas projeções a manutenção do caixa acima do limite prudencial”. Em documento que acompanha a divulgação do relatório mensal da dívida relativo ao mês passado, a secretaria afirma que o volume de emissões e as emissões líquidas registraram o segundo maior valor de suas respectivas séries históricas, atrás apenas dos valores observados em julho deste ano. Nas emissões, destacam-se as vendas de títulos prefixados (87,7% do total) e indexados a índice de preços (7,8% do total). Em relação ao prazo das emissões, o Tesouro destaca as ofertas dos títulos prefixados de 6 meses e de 12 meses, “dada a atual preferência dos investidores por ativos menos arriscados e mais líquidos no mercado doméstico de títulos públicos”. O texto coloca ainda que as estatísticas de custo médio seguiram em níveis historicamente baixos. “O custo médio das emissões em oferta pública da DPMFi acumulado em 12 meses atingiu 4,64% ao ano, menor valor da série histórica. O custo médio do estoque da DPF acumulado em 12 meses, no entanto, passou de 8,54% aa em agosto para 8,72% aa em setembro.” Na estrutura de vencimentos, houve aumento do percentual vincendo em 12 meses (26,0%, ante 21,7% de agosto) e redução do prazo médio (3,8 anos, ante 3,9 anos em agosto).